27 agosto 2015

Resenha Crítica: "The Man from U.N.C.L.E." (O Agente da U.N.C.L.E.)

 Dei por mim a assistir a "The Man From U.N.C.L.E." e a recordar alguns momentos mais leves das obras cinematográficas da franquia "James Bond" pré-Daniel Craig ou se preferirem com Sean Connery e Roger Moore. Não falta um espião conhecido por seduzir as mulheres, a atmosfera da época ligada à Guerra Fria, missões que conduzem os protagonistas a diferentes locais, as personagens femininas de enorme beleza e personalidade (Elizabeth Debicki é uma agradável surpresa como a antagonista e "sacana" de serviço), algum humor e situações irrealistas, um guarda-roupa e bólides que sobressaem, engenhocas, acção, reviravoltas e afins. Diga-se que Ian Fleming, o criador do mítico James Bond, ajudou no desenvolvimento da série "The Man From U.N.C.L.E." adaptada ao grande ecrã por Guy Ritchie, com o cineasta a procurar captar uma atmosfera associada à década de 60, ou a narrativa não se desenrolasse em 1963, algo notório na preocupação a nível do guarda-roupa e estilo dos personagens, nos carros utilizados, na lambreta e até na missão que os protagonistas vão encetar, com a corrida ao armamento e a ameaça nuclear a estarem na ordem do dia. O cineasta salientou isso mesmo em entrevista ao Coming Soon, algo que conseguiu colocar em prática com alguma eficácia ao longo de "The Man From U.N.C.L.E.": "We feel the sort of Golden Age of the spy genre was really the ‘60s. The clothes were more interesting, the cars are more interesting. The birth of gadgets happened really in the ‘60s. You had what have become fundamental requisites such as the Cold War and atomic energy and all of that sort of stuff, which sort of is very conducive to the spy genre. It wasn’t just that, it was the general aesthetic of the ‘60s we found appealing, more appealing than the contemporary one". A própria banda sonora procura adequar-se a esta época, aventurando-se pelo meio por ritmos italianos, jazz e eletrónicos, parecendo ainda querer esgueirar-se pelas canções de Ennio Morriconne nos westerns de Leone, com Guy Ritchie a tanto saber utilizar a música a favor da narrativa (o trabalho do compositor Daniel Pemberton faz-se sentir), como a parecer por vezes estar mais preocupado com a primeira do que com as imagens em movimento e o enredo. A música está muito presente, mas também o humor, a acção, o glamour, as reviravoltas e as traições, com "The Man From U.N.C.L.E." a ser um exemplo claro onde o estilo sobrepõe-se à substância mas consegue atrair-nos com uma facilidade imensa, algo que se deve em parte ao engenho de Guy Ritchie, com o cineasta a saber a espaços elevar uma obra cuja complexidade do argumento (escrito pelo realizador e Lionel Wigram) é bastante ténue. A missão de espionagem, longe de ser complexa ou surpreendente, consegue manter o nosso interesse, a dinâmica entre Henry Cavill e Armie Hammer pode não deslumbrar mas também não compromete com ambos a cumprirem, Alicia Vikander e Elizabeth Debicki roubam as atenções ao longo da narrativa ao darem vida a duas das personagens mais interessantes de "The Man From U.N.C.L.E.", enquanto toda a atmosfera da época atribui um tom retro que se revela uma aposta ganha por parte de Guy Ritchie que procurou manter a história a desenrolar-se nos anos 60 ao invés de a "actualizar" para os dias de hoje. Numa montagem rápida, exposta com imagens de arquivo, logo nos créditos iniciais, ficamos diante de alguns episódios da Guerra Fria entre EUA e União Soviética, até ambas as nações terem temporariamente de aliar esforços para combaterem um inimigo comum em "The Man From U.N.C.L.E.", ainda que com agendas escondidas (só poderia ser assim), para ultrapassarem uma ameaça maior, uma organização secreta associada a antigos nazis que parece estar próxima de fabricar uma bomba atómica e colocar em causa o status quo internacional.

 Do lado dos EUA, o escolhido é Napoleon Solo (Henry Cavill), um agente da CIA conhecido por ser um dos mais eficientes no seu ofício, dominar várias línguas e apresentar uma confiança acima da média, mas também por contar com um passado negro ligado a furtos, para além de se notabilizar pelo estilo mulherengo e gosto por se vestir bem e viver rodeado de luxos. Do lado da União Soviética temos Illya Kuryakin (Armie Hammer), um agente do KGB, de poucas falas, fisicamente imponente, menos dotado em relação às novas tendências da moda, que deixa muitas das vezes os nervos tomarem conta de si. Ambos contam com um passado atribulado e uma enorme eficácia no seu ofício. A primeira vez que estes personagens se encontram é em Berlim do Leste, quando Napoleon procura transportar Gabriella Teller (Alicia Vikander), mais conhecida por Gaby, uma mecânica, para Berlim Ocidental, tendo em vista a que esta o ajude a conseguir mais informações sobre o progenitor de sangue, Udo Teller (Christian Berkel). O pai de Gaby foi um cientista ao serviço dos nazis, trabalhando para os EUA após a II Guerra Mundial, até ter desaparecido misteriosamente, algo que se torna um perigo visto este encontrar-se a trabalhar no desenvolvimento de uma tecnologia que facilita o processo de criação de bombas nucleares (através de urânio enriquecido). Napoleon entra primeiro em contacto com a mecânica, uma mulher de personalidade algo sardónica, inicialmente pouco dadas a grandes subtilezas ou discursos feitos, que acaba por viajar com o mesmo em troca deste conseguir sair do local. Gaby também não tem informações sobre o pai, com o único contacto com o mesmo a poder ser o seu tio, Rudi (Sylvester Groth), um indivíduo que trabalha de perto com Alexander (Luca Calvani) e Victoria Vinciguerra (Elizabeth Debicki), dois elementos que administram uma empresa que serve de fachada para planos mais negros. Estes pertencem a uma organização criminosa internacional ligada a antigos nazis, pretendendo utilizar os vastos recursos financeiros e tecnológicos para conseguirem fabricar uma bomba atómica, suspeitando-se que o casal conta com o contributo de Udo Teller, visto numa fotografia conseguida pelos espiões, onde o progenitor de Gaby conta com a companhia de Rudi. Napoleon e Gaby são perseguidos por Kuryakin, com o espião do KGB a também querer transportar a segunda, ainda que para o seu lado, com as nações envolvidas na contenda a quererem obter informações sobre o progenitor da personagem interpretada por Alicia Vikander, embora esta já não o veja há dezoito anos. A perseguição de Kuryakin é frenética, com Guy Ritchie a brindar-nos logo nos momentos iniciais com aquela que é uma das cenas de acção executadas com mais eficácia ao longo do filme, com os close-ups a exacerbarem a inquietação latente nos rostos, os automóveis a circularem a alta velocidade pela estrada, enquanto o personagem interpretado por Henry Cavill parece revelar uma enorme calma pese os momentos de maiores dificuldades. Kuryakin ainda arranca parte da traseira do veículo, obrigando Solo e Gaby a optarem por soluções de recurso, onde o humor, o estilo e a exuberância estão presentes, mas também um local secreto onde o personagem interpretado por Henry Cavill se reúne com Sanders (Jared Harris), o seu superior, onde é informado que a sua missão não é a de uma mera extracção. Para surpresa de ambos, Kuryakin e Solo vão ser colocados a trabalhar em conjunto para tentarem resolver o caso, ou seja, recuperarem Udo Teller, evitarem que os Vinciguerra e a organização construam uma bomba atómica e, sobretudo, conseguirem um disco que permitirá a uma das nações obter um avanço notório a nível tecnológico. Nesse sentido, Napoleon é enviado para Roma tendo em vista a fingir que é um negociador de arte, especialista em antiguidades, de forma a entrar em contacto com os Vinciguerra, enquanto Gaby e Illya assumem o disfarce de noivos. Gaby inicialmente reluta, com Illya a estar longe de ser um exemplo de cavalheirismo (veja-se que o melhor elogio que faz inicialmente quando encontra Gaby com “nova roupagem” é um “nada mau”), fingindo ser um arquitecto que se encontra de viagem a Roma para estudar a arquitectura local, tendo em vista a contactarem de perto com Rudi, o tio da personagem interpretada por Alicia Vikander, com esta a esperar que o familiar saiba onde o seu pai se encontra localizado. A dinâmica entre o trio proporciona alguns momentos relativamente cómicos, enquanto os seus elementos procuram infiltrar-se no seio da organização criminosa. Veja-se quando decidem comprar roupa para Gaby, de forma a que esta perca o ar de mecânica e pareça ter outro glamour, com Napoleon a ironizar desde logo com o parco conhecimento que Illya tem de moda, no meio de uma loja, onde a situação inusitada de termos dois agentes secretos mortíferos a discutirem as tendências a nível de vestimentas torna-se hilariante. Diga-se que a rivalidade entre estes personagens vai proporcionar alguns momentos de maior leveza, mas também de alguma tensão, embora os primeiros sejam sempre mais credíveis do que os segundos já que esperamos sempre que mais tarde ou mais cedo exista uma détente entre ambos até formarem uma parceria bem sucedida.

 Ambos têm ordens para trair o companheiro por parte dos respectivos chefes, embora nunca acreditemos que a missão vai ser cumprida na íntegra. Andam à pancada, colocam escutas um no outro, apresentam alguma rivalidade até quando decidem invadir a empresa dos Vinciguerra mas, aos poucos, assistimos a um amolecimento de ambos os agentes, sobretudo Illya que parece a começar a nutrir um fraquinho por Gaby. Alicia Vikander é um dos grandes destaques de "The Man From U.N.C.L.E." como esta mulher que não tem problemas em impor-se no meio dos homens, sobressaindo sobre os mesmos a ponto de, em alguns momentos, ter de os colocar na linha. Gaby sabe do seu poder de sedução ao mesmo tempo que a sua forte personalidade ganha outra dimensão com a interpretação de Alicia Vikander, com a actriz a conceder credibilidade a algumas das transformações desta mulher ao longo do enredo e às reviravoltas que vão envolver a mesma, enquanto esta parece atrair o perigo. Diga-se que o argumento parece ter caprichado nas personagens femininas, não só no que diz respeito a Gaby mas também a Victoria, com Elizabeth Debicki a ter alguns momentos dignos de atenção como a antagonista, uma mulher fria, que forma uma relação inicialmente ambígua com Solo, embora não tenha problemas em mandar eliminá-lo lentamente. Elizabeth Debicki surge quase como uma femme fatale, sedutora, elegante, vestida de forma luxuosa, fria e disposta a tudo para contar com uma arma nuclear para a organização criminosa da qual faz parte. O primeiro contacto de Victoria com Solo é marcado pela elegância das vestimentas de ambos os personagens, bem como do estilo sardónico do protagonista e da frieza meio sacana da milionária, com ambos a protagonizarem alguns momentos entre a irrisão e a sedução. Esta procura a tecnologia necessária para construir uma bomba atómica, permitindo ao filme abordar, ainda que levemente, não só a paranoia da época em relação às armas nucleares mas também o duelo entre EUA e União Soviética na procura pelos avanços tecnológicos. A própria procura dos líderes de Solo e Kuryakin para que estes traiam o companheiro para conseguirem o disco com a informação relacionada com a pesquisa de Teller é sintomática desta paranoia e corrida ao armamento, com o argumento a abordar as mesmas com leveza, embora não deixe de as expor. A estadia de Solo, Kuryakin e Gaby em Roma é marcada pela beleza do local, com Guy Ritchie a aproveitar para explorar alguns dos territórios desta cidade, com este a colocar os protagonistas numa "roda-viva" em busca de completarem a missão com sucesso. Estes conseguem entrar em contacto com os elementos do casal na festa dos cinquenta anos da Vinciguerra Shipping (onde Solo contacta com Victoria), uma das empresas da família, com Alexander, um aficcionado por corridas de carros, a apresentar um interesse latente em Gaby, enquanto esta parece disposta a correr alguns riscos para comunicar com o tio para descobrir o paradeiro do pai. Solo e Kuryakin procuram descobrir os planos reais dos Vinciguerra, parecendo certo que a empresa do casal, mesmo que conte com alguns negócios, é uma fachada para algo mais obscuro (o funcionamento dos negócios do casal é algo que poderia e deveria ter sido mais abordado). Victoria é a cabecilha, com Alexander a ficar como uma figura secundária (Luca Calvani pouco espaço tem para se destacar) nesta obra que contará ainda com Hugh Grant como Waverly, um agente secreto britânico que vem trazer mais umas quantas reviravoltas na narrativa. Apesar do pouco tempo que tem no enredo, Hugh Grant consegue destacar-se como este agente carismático e confiante, também pronto a exibir alguma mordacidade, numa obra onde assistimos a uma intriga a uma escala internacional, com os serviços secretos dos EUA, de Inglaterra e da União Soviética a ficarem em alerta. A ameaça nunca chega a ser verdadeiramente sentida, com o filme a contar com algumas cenas de acção, na maioria das vezes executadas sem grande brio, pese a decisão inspirada da utilização de split screens e planos de curta duração para agilizar a entrada da dupla de protagonistas numa ilha (e poupar-nos a mais de quarenta minutos de acção no último terço como um célebre filme protagonizado por Cavill), para além de não faltarem perseguições pelas estradas e pelos mares, lutas corpo a corpo, tiros, explosões, tortura e afins. Por vezes parece faltar uma certa tensão que nos faça temer que alguns dos personagens do trio estejam realmente em perigo e se preparem para ter um destino "à Vesper Lynd", mas o tom de "The Man From U.N.C.L.E." passa quase sempre pela leveza, com uma cena de tortura a transformar-se facilmente numa piada que funcionará consoante o estilo de humor (ou não) do público. Diga-se que a própria dupla de protagonistas envolve-se por vezes em situações caricatas, quer quando está reunida, quer quando os seus elementos estão a solo. Veja-se quando Illya decide colocar uma escuta em Solo para ouvir a conversa deste com Victoria e depara-se apenas com os gemidos de um acto sexual, ou quando decidem trocar galhardetes na invasão à Vinciguerra Aerospace em busca de pistas, entre outras situações.

 A dinâmica entre Henry Cavill e Armie Hammer é relativamente convincente. É certo que lhes falta o carisma de Hugh Grant e o talento de Alicia Vikander, mas cumprem como estes agentes de personalidades dicotómicas que aos poucos vão ter de aprender a trabalhar em conjunto. Hammer surge inicialmente mais lacónico, com um falso sotaque russo que estranhamente incomoda menos do que se poderia esperar inicialmente (já que interpreta um russo a falar em inglês com elementos que comunicam nesta língua), aparecendo como o estereótipo do soviético pronto a matar, embora não apresente a típica frieza associada ao seu povo ou não fervesse em pouca água. Essa fervura coloca muitas das vezes o seu disfarce em perigo, algo notório quando agride o Conde Lippi (referência a James Bond?) e os seus amigos após lhe terem barrado a entrada na casa de banho na festa organizada pelos Vinciguerra. Cavill aparenta muitas das vezes estar no filme para poder passear fatos caros e mostrar que tem estilo, interpretando um agente cujas qualidades para o seu ofício parecem mesclar talento e sorte, enquanto o actor parece divertir-se a dar vida a esta figura mordaz e confiante, que não tem problemas em entrar numa festa e roubar os convidados. Dizer que estes personagens surgem cheios de estilo é descrever muitas das vezes as figuras que povoam algumas obras de Guy Ritchie, ou este não fosse o mesmo cineasta que apresentou uma narrativa delirante povoada por gangsters, personagens imorais e reviravoltas exuberantes em "Lock, Stock and Two Smoking Barrels" ou apresentasse uma versão cool de Sherlock Holmes. O guarda-roupa dos personagens é pensado ao detalhe, com Alicia Vikander e Elizabeth Debicki a destacarem-se nesse quesito, numa obra que não poupa ainda no cuidado nos cenários interiores e na decoração (os televisores, telefones, entre outros a procurarem transmitir um tom da época). Veja-se o quarto do hotel onde se encontram instalados Gaby e Illya, marcado por luxos, onde assistimos a alguns momentos de quebrar do gelo entre ambos. Essa situação é notória quando Illya encontra-se a jogar xadrez sozinho e Gaby decide beber álcool em excesso, acender o rádio e dançar, com Guy Ritchie a utilizar algumas vezes este recurso de apresentar duas situações dicotómicas em simultâneo para despertar o riso do espectador. Neste caso, assistimos inicialmente ao foco em Illya, enquanto ao fundo Gaby dança com o copo na mão de forma desconjuntada e notoriamente embriagada. Temos ainda o momento em que Illya encontra-se em fuga dos homens ao serviço dos Vinciguerra, após terem invadido o laboratório da empresa do casal. Solo encontra-se num carro, a ouvir música italiana, a beber um bom vinho e comer uma sandes, enquanto em pano de fundo encontramos Illya numa fuga desesperada até o primeiro decidir entrar em acção. O humor nem sempre resulta, mas faz parte de uma procura do argumento em aliviar os momentos de tensão e exibir por vezes o ridículo que marca esta missão. Ambos os agentes acabam por terem de fazer algumas concessões para tentarem manter os respectivos disfarces, até serem verdadeiramente colocados à prova, numa obra que deixa espaço para continuações, embora seja improvável devido ao parco desempenho de "The Man From U.N.C.L.E." nas bilheteiras dos EUA e internacionais. É certo que o filme raramente sai da mediania mas aguça-nos a nossa curiosidade para ver mais destes personagens em possíveis sequelas, com o trio de protagonistas a despertar alguma simpatia, pese a dupla masculina nem sempre apresentar um carisma por aí além. A dinâmica destes com Alicia Vikander convence, com a personagem que esta interpreta a surgir inicialmente em inferioridade (como é visível ao Napoleon ser exposto em contrapicado), até sobressair no meio dos homens. Esta abordagem à temática da espionagem em plena Guerra Fria, a envolver elementos dos EUA e União Soviética, é efectuada de forma relativamente leve, sem a complexidade e crueza da série "The Americans" (para dar um exemplo de um trabalho recente a abordar a temática), com Guy Ritchie a conseguir bombear a narrativa de ritmo, embora, por vezes, falte tensão e inquietação, a capacidade de nos transmitir um sentimento de dúvida em relação ao sucesso dos protagonistas no cumprimento da missão. "The Man From U.N.C.L.E." consegue mesclar com sucesso a intriga internacional relacionada com o caso que tem de ser resolvido pelos protagonistas com algum humor, muito estilo, boa música e um guarda-roupa magnífico, permitindo a Alicia Vikander e Elizabeth Debicki exibirem as suas qualidades, enquanto Armie Hammer e Henry Cavill não comprometem, com Guy Ritchie a elaborar um filme de espionagem com mais estilo do que conteúdo. Parecia existir potencial para mais, mas também é verdade que não dei um único minuto por perdido, com "The Man From U.N.C.L.E." a cumprir no quesito de divertir, envolver e entreter (pelo menos esta pessoa que escreve este texto), encontrando-se longe de poder ser considerado uma pepineira.
 
Título original: "The Man from U.N.C.L.E."
Título em Portugal: "O Agente da U.N.C.L.E."
Realizador: Guy Ritchie.
Argumento: Guy Ritchie e Lionel Wigram.
Elenco: Henry Cavill, Armie Hammer, Alicia Vikander, Elizabeth Debicki, Jared Harris, Hugh Grant.

Classificação em: http://bogiecinema.blogspot.pt/2015/06/classificacoes-atribuidas-filmes.html

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