17 março 2015

Resenha Crítica: "The Disappearance of Eleanor Rigby" (O Desaparecimento de Eleanor Rigby)

 Algures entre "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them", "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her" e "The Disappearance of Eleanor Rigby: Him" está uma obra cinematográfica magnífica. Quando vistas em conjunto, encontram o seu rumo, meio perdido por entre as diferentes experiências e pontos de vista que o realizador Ned Benson pretende exibir e estimular junto do espectador. O tom dos três filmes é semelhante. Meio desencantado em relação à vida e ao amor, realista e algo nostálgico, sempre sem perder o toque de romantismo e a capacidade de nos embrenhar para a(s) história(s) que tem para apresentar. Comove-nos, aborrece-nos, irrita-nos, entusiasma-nos, faz-nos querer perceber estes dois personagens profundamente humanos cujo destino nem sempre seguiu o caminho que esperavam. A certa altura de "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her" (e "Them"), encontramos Eleanor (Jessica Chastain) a falar com Julian (William Hurt), o seu pai, sobre a forma como este conseguiu manter um casamento tão duradoiro com Mary (Isabelle Huppert). Este salienta que "Everyone starts out thinking, 'This is forever.' But then things get hard at some point or another. And then other things don't pan out the way you thought they would. I suppose the trick is not running for the hills, even when you think it's the most rational thing to do". A vida de todos nós é feita de expectativas, algumas delas alcançadas, ficando a maior parte delas por alcançar. Cabe-nos muitas das vezes encontrar o balanço que nos permite aceitar aquilo que temos e lutar pelo que queremos, sem nos deixarmos devastar a pensar naquilo que não conseguimos. No caso de Eleanor, a sua vida foi feita de expectativas, tropeços e um destino nem sempre feliz, algo que a leva a tomar uma medida drástica. No início de "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her" e "Them" encontramos a personagem interpretada por Jessica Chastain a tentar cometer suicídio ao saltar de uma ponte. Preocupa tudo e todos. Ficamos muito bem sem saber as razões do seu acto, até mais tarde nos ser revelado que o casamento de Eleanor e Conor (James McAvoy) desfez-se praticamente, tal como a alma destes dois, após a morte do filho, um jovem de pouca idade. É cruel um pai e uma mãe perderem um filho. No caso de Conor e Eleanor, esse pesadelo aconteceu-lhes e afectou de forma directa as suas vidas a ponto de se separarem. Em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her" o foco das atenções está em Eleanor, enquanto em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Him" é Conor quem está no plano central. Em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them" encontramos estas duas obras reunidas, embora faça todo o sentido que as vejamos em conjunto. No caso da obra centrada na personagem interpretada por Jessica Chastain existe mais tempo para explorar o quotidiano desta com a família, em particular com a irmã, os momentos de silêncio, e desenvolver uma protagonista que facilmente nos intriga. Como irá Eleanor sair desta depressão na qual se envolveu? A certa altura de "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her", encontramos a personagem do título a andar pela rua onde podemos deparar-nos com os seguintes dizeres numa parede: "Love Isn't Missed by Minutes. It's Missed by Miles". A frase deste graffiti não parece ter sido focada ao acaso, com Eleanor e Conor a terem-se afastado de forma latente. No filme centrado nesta, ainda o encontramos a seguir Eleanor, bem como um encontro que corre mal entre os dois e outro cujo desfecho não vamos aqui revelar. Ficamos a gostar destes personagens, dos seus defeitos e virtudes, mesmo quando cometem actos que não percebemos. Já Ned Benson, o realizador desta empreitada cinematográfica, apresenta uma ambição e confiança notáveis ao acreditar que o espectador vai querer seguir a história de Conor e Eleanor ao longo de pelo menos dois filmes.

 O mais interessante destes três filme realizados por Ned Besson é exactamente a sua dupla de protagonistas, com a montagem das obras cinematográficas a parecer muitas das vezes mal oleada, tendo em vista a cortar trechos, ora para esconder elementos pessoais sobre o outro elemento (sobretudo no caso de "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her"), ora para cortar nas temáticas secundárias para apresentar as histórias de Conor e Eleanor ("Them"). Neste segundo parágrafo destaquemos então "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her". Neste encontramos Eleanor a procurar superar a perda do filho. Fica temporariamente a habitar na casa dos seus pais, onde se encontra também a viver Katy (Jess Weixler), a sua irmã, uma mãe solteira. "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her" permite explorar melhor a relação da personagem do título com a irmã, bem como entre a primeira e os pais. Existe espaço para Isabelle Huppert, mas também para William Hurt, conseguirem algum destaque, tal como em "Them", com ambos a interpretarem os pais desta mulher que se encontra numa encruzilhada. O que fazer em relação à vida? Esta decide inscrever-se em aulas de "Teoria da Identidade", leccionadas por Lillian Friedman (Viola Davis), uma mulher algo pragmática e cínica em relação à sua profissão, que fora colega do pai da protagonista. Eleanor e Lillian formam uma estranha relação de proximidade, embora a ida às aulas da segunda pouco pareça dizer à protagonista. Já as saídas com amigas que tem em comum com a irmã, tais como Charlie (Katherine Waterston), nem sempre correm pelo melhor. Katy sempre pareceu ter Eleanor como um exemplo a seguir, não sem terem tido as suas complicações pelo caminho, procurando também querer refazer a sua vida. Esta é uma mãe solteira, que trabalha como bibliotecária e procura ajudar Eleanor a sair do poço sem fundo em que se parece ter enfiado. A mãe, tal como o pai, parecem aconselhá-la a ir para França, país de origem da primeira, e encontrar finalmente material para a sua tese. Esta decide a espaços reencontrar-se com Conor, descobrindo que este também a procurou contactar. Conor e Eleanor parecem ter construído uma relação de enorme intimidade no passado. Os flashbacks assim o indicam, com a magnífica banda sonora que acompanha o filme a atribuir um tom que varia entre o nostálgico, o romântico e o desencantado. A música teria sempre que ser uma faceta importante da saga destes personagens, ou Eleanor Rigby não partilhasse o nome com a canção homónima da imortal banda "The Beatles". Nesta canção encontramos a questão "All the lonely people. Where do they all come from? ". No caso do filme ficamos diante de dois elementos que se procuram isolar da realidade. Eleanor contacta com os pais e a irmã, tem aulas, um caso fortuito que termina antes de grandes avanços sexuais, mas pouco parece querer abordar sobre a perda do filho. Pelo menos até ao último terço do filme. Como lidar com a perda de um filho? "The Disappearance of Eleanor Rigby" mostra-nos que é complicado, ou melhor, é mesmo uma valente merda da qual é difícil sair, bem como ultrapassar as depressões inerentes a esta perda. Em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her", é o ponto de vista desta mulher que encontramos a ser exposto, com Jessica Chastain a estar quase sempre em foco, embora muitas das vezes pedíssemos um pouco mais de James McAvoy como Conor, sobretudo quando anteriormente já tínhamos visto a versão "Them" desta trilogia. No seu texto a "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them", exibido de forma destrambelhada sem a parelha dos outros dois filmes, o Hugo salientou que "(...) é evidente que Ned Benson não tem problemas em provocar emoções na sua audiência, mas estas provêm de uma sucessão de cenas interpretadas com mestria, ou com o recurso à banda sonora e não à riqueza do seu argumento".

 Ao assistirmos aos três filmes percebemos que, mais do que um argumento mediano, um dos problemas destes são a montagem e a forma como Ned Benson nem sempre consegue conciliar na justa medida as histórias de Conor e Eleanor. Quando encontramos a história do ponto de vista de Eleanor queremos ver um pouco mais de Conor, tal como queremos saber mais das figuras que os envolvem em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them". Esta deambulação e regressar ao texto do Hugo serve acima de tudo para reforçar aquilo que fora colocado no início do texto. Juntas estas três obras fazem todo o sentido: separadas parece faltar-lhes sempre algo. Até podemos partir do princípio que este era o propósito das mesmas, mas quem cria personagens como Conor e Eleanor e tem intérpretes como James McAvoy e Jessica Chastain tem de esperar sempre que se exija mais. No entanto, também me é impossível ignorar que a visualização destas três obras se revela uma experiência única (não confundir com inovadora) e assaz interessante, permitindo conhecer melhor os dois personagens através de perspectivas distintas, durante praticamente o mesmo período de tempo das suas vidas. Deixemos agora as divagações e entremos então para "The Disappearance of Eleanor Rigby: Him". É nesta obra cinematográfica que James McAvoy tem mais oportunidades para sobressair como este indivíduo solitário cujo restaurante encontra-se prestes a falir. O seu negócio parece a sua vida pessoal: já conheceu melhores dias. Se em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her" encontramos Eleanor a tentar cometer suicídio, já em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Him" deparamo-nos com um flashback, onde assistimos a um momento de maior intimidade e felicidade entre o casal. Diga-se que estes momentos em "Them" ganham um poder emocional insofismável, com Eleanor e Conor a despertarem uma enorme empatia junto de nós, com Jessica Chastain e James McAvoy a contribuírem e muito para esta situação. Em "Him", James McAvoy tem mais tempo para sobressair, bem como alguns elementos secundários que o rodeiam, incluindo Spencer Ludlow (Ciáran Hinds), o pai do protagonista, e Stuart (Bill Hader), um amigo pessoal de Conor e cozinheiro do restaurante deste. A cena de um dos momentos mais leves entre Conor e Eleanor logo no início do filme expõe desde logo como a relação do casal outrora fora feliz. Ambos fogem de um restaurante sem pagar, num momento marcado por alguma irreverência, loucura e sentimentos ao rubro, próprios de um casal que se ama e parece disposto a ir até ao fim do Mundo em conjunto. No entanto, a narrativa logo avança e descobrimos Eleanor deprimida, um pouco como Conor. O seu quotidiano no restaurante, prestes a falir, é explorado, mas é a procura de Eleanor em dar um tempo e afastar-se que vai marcar este homem. Ela quer isolar-se de Conor e repensar a sua vida. Ele não quer perdê-la. Ambos separaram-se imenso após a morte do filho, talvez sem se darem conta, ou provavelmente até a perceberem isso. A tentativa de suicídio de Eleanor não é exibida, mas sim a procura de Conor em visitá-la no hospital. Tenta convencê-la a não abandoná-lo, mas não consegue. Sabemos que vai lutar por ela, tal como sabemos, ao vermos os outros dois filmes, que esta passa dias complicados a tentar reencontrar-se. Ambos lidam com a perda de forma distinta, mas é indesmentível que as suas vidas não voltarão a ser as mesmas. Durante "The Disappearance of Eleanor Rigby: Him" encontramos Conor a procurar salvar o seu restaurante, bem como a mudar-se temporariamente para o quarto de hóspedes do pai, um homem de quem guarda alguma mágoa devido a outrora ter abandonado a sua mãe. Spencer é um indivíduo aparentemente mais frio do que Conor, mas gradualmente percebemos que esta frieza é apenas uma capa para esconder as dificuldades que tem em lidar com os pequenos problemas quotidianos que muitas das vezes se tornam enormes. Neste filme encontramos ainda a busca desesperada de Conor em tentar voltar a falar com Eleanor, bem como um reencontro desastroso onde este acaba por ser atropelado, para além de uma cena no carro à chuva, presente nas três obras cinematográficas, que não termina da melhor maneira devido à sinceridade do protagonista. Estes parecem demasiado ligados para se conseguirem separar definitivamente, mas cada vez menos próximos a ponto de cometerem actos que outrora nunca pensaram poder vir a fazer.

 A relação entre Eleanor e Conor é representada com um realismo assinalável, algo que por vezes dificulta a nossa tarefa de julgar estes dois elementos visto que se deparam com situações que poderiam ou podem ter acontecido a qualquer um de nós. "The Disappearance of Eleanor Rigby: Him" sobressai mais em relação a "Her", não só por nos dar a conhecer mais sobre Conor e Eleanor, mas também por não omitir tanto a outra parte do casal. Podemos interpretar esta decisão do realizador de acordo com as diferentes matizes dos personagens. Conor é mais dependente de Eleanor e foca parte do seu quotidiano em recuperá-la para junto de si. Eleanor está sem ideias em relação ao futuro, procurando na família e num conjunto de aulas que não lhe parecem interessar muito algum conforto. Acima de tudo, este díptico traz-nos dois personagens complexos, que se afastam após um período complicado da vida entre ambos mas ainda se parecem amar. Estes vivem aquele que é um dos maiores pesadelos de qualquer pai e mãe: ver um(a) filho(a) partir antes de si. A alegria do passado é trocada pelos silêncios e olhares vazios no presente. Os respectivos familiares procuram ajudar como podem e relembrar a ambos os elementos do casal que também estes perderam o neto, não numa disputa para exibir "quem está a sofrer mais", mas sim para exporem que todos estão a viver uma fase difícil. Ter um elenco secundário preenchido por elementos como Isabelle Huppert, William Hurt, Viola Davis, Ciarán Hinds e até Bill Hader permite dar uma personalidade saliente a cada um dos elementos secundários, mesmo quando o argumento não sobressai nesse quesito. Hader interpreta muitas das vezes o alívio cómico, o elemento que mais parece compreender Conor. O personagem interpretado por James McAvoy procura não recorrer ao seu pai para salvar o restaurante, nem para ter um emprego, apesar de Spencer ser considerado um elemento influente no ramo da restauração. Diga-se que Conor parece ver tudo a sair do seu controlo. Perde o filho, perde a esposa, perde o restaurante, até o peixe falece, com tudo a parecer descarrilar. Talvez esta situação explique o momento em que entre em confronto com um cliente mais arrogante, onde parte para o pugilato, estando-se pouco a lixar se também vai apanhar porrada ou não. Aliás, até parece querer esses murros e descomprimir uma raiva que é apresentada desde o primeiro terço do filme. Se, no caso de "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her", a montagem por vezes parecia que nos deixava diante de alguns momentos truncados, já em "Him" esta situação é menos saliente, sobressaindo mais uma vez a utilização da música ao serviço do enredo. Veja-se a cena em que Conor e Eleanor estão no carro alugado, ou os momentos finais de "Him" e "Them", com a magnífica "No Fates Away" (daquelas músicas para ouvir em loop e não fartar) a adornar todo um momento de grande impacto para quem se conseguiu ligar aos personagens interpretados por Jessica Chastain e James McAvoy. E, se podemos apontar alguns problemas à montagem, bem como a uma ou outra limitação ao argumento, um dos elementos que mais se destacam nestes três filmes é a sua capacidade de nos fazer "torcer" pela dupla de protagonistas. É assim em "Her", em "Him", em "Them" e calculo que seria assim se fizessem mais uns dois ou três filmes. "The Disappearance of Eleanor Rigby" (escrevemos agora no geral) tem também esse condão de nos fazer querer saber mais sobre os seus personagens, sobre aquilo que lhes aconteceu no passado e irá acontecer no futuro. Apesar de já contarmos com crítica do Hugo neste espaço a "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them", acho que vale a pena comentar um pouco o filme antes de terminar de vez com o texto e poupar-vos a esta argumentação que no final irá culminar comigo a elogiar Jessica Chastain, James McAvoy, a banda sonora, o realismo com que Ned Benson apresenta a história destes personagens, a nostalgia que invade o enredo e a facilidade com que muitas das vezes Conor e Eleanor me fazem esquecer os defeitos que aponto às obras. Poderemos afeiçoar-nos aos personagens mesmo quando as obras cinematográficas não parecem estar à altura dos mesmos? Estes três filmes de Ned Benson dizem claramente que sim, ou pelo menos "que sim no caso da pessoa que escreve este texto".

 Confesso que a primeira vez que vi "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them" fui facilmente conquistado por esta dupla de protagonistas e pelas qualidades que já enunciei, mas pareceu sempre faltar algo a nível de desenvolvimento dos personagens secundários para que a narrativa ganhasse outra dimensão. Longe de serem perfeitas, estas três obras, ao serem vistas em conjunto, permitem oferecer uma interpretação mais lata sobre estes personagens que povoam a narrativa ao mesmo tempo que surgem como uma experiência recompensadora. É certo que existem algumas repetições, que alguns episódios parecem "colados com cuspo", mas Ned Besson contrasta estes problemas com um realismo e uma forte dupla de protagonistas. Em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them", encontramos reunidos os inícios de "Her" e "Him". A cena do passado de Eleanor e Conor, na qual ambos fugiram de um restaurante sem pagar é seguida da tentativa desta em se suicidar. O salto temporal na narrativa é grande. No início era o passado, recheado de sorrisos e sonhos vãos acompanhados de loucuras de um casal apaixonado. No presente são as dificuldades já abordadas nas análises aos outros dois filmes. Em "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them" encontramos os pontos de vista do casal mesclados num único filme, com o enredo a ser exposto de forma mais sucinta, embora estejam presentes vários dos episódios essenciais de ambas as obras, tais como as conversas de Eleanor e Conor com os respectivos pais, o reencontro entre os dois, a procura do personagem interpretado por James McAvoy em recuperar a amada, entre outros. Existe menos tempo para desenvolver as relações dos protagonistas com os personagens secundários, algo notório no caso de Eleanor com a irmã, mas também entre Conor e Stuart, parecendo certo que se Ned Benson quisesse e tivesse mais engenho, "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them", com maior duração, poderia fazer as vezes dos outros dois filmes. No entanto, é praticamente inegável que ficamos diante de um objecto cinematográfico admirável, capaz de despertar junto de nós uma multitude de sentimentos, ao mesmo tempo que nos embrenha para o interior da história de Conor e Eleanor, através de diferentes perspectivas. É um feito que poderia ainda ser mais memorável, mas nem por isso deixa de ser recomendável, com Ned Benson a deixar-nos diante de dois personagens que facilmente nos conquistam, num filme marcado por algum romantismo, nostalgia e desencanto, onde a vida traz consigo uma série de revezes que podem ditar o final de algo que parecia único. Eleanor e Conor lutam para ultrapassar uma fase mais difícil das suas vidas. "The Disappearance of Eleanor Rigby" luta para marcar o seu lugar na Sétima Arte. Por vezes fica a ideia que poderia ter oferecido mais, mas nem por isso deixa de provocar alguma marca no espectador, ou pelo menos neste blogger que continua a assistir com o mesmo olhar de parvo para os momentos finais de "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them" e a desejar que estes personagens finalmente encontrem o seu rumo e sejam felizes.

Títulos originais: "The Disappearance of Eleanor Rigby: Them"; "The Disappearance of Eleanor Rigby: Him"; "The Disappearance of Eleanor Rigby: Her".
Títulos em Portugal: "O Desaparecimento de Eleanor Rigby: Eles"; "O Desaparecimento de Eleanor Rigby: Ela"; "O Desaparecimento de Eleanor Rigby: Ele". 
Realizador: Ned Benson.
Argumento: Ned Benson.
Elenco: Jessica Chastain, James McAvoy, Isabelle Huppert, Bill Hader, Viola Davis, Ciarán Hinds.

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