24 dezembro 2014

Resenha Crítica: "Pride & Prejudice" (Orgulho e Preconceito)

Elizabeth Bennet: And that put paid to it. I wonder who first discovered the power of poetry in driving away love?
Mr. Darcy: I thought that poetry was the food of love.
Elizabeth Bennet: Of a fine stout love, it may. But if it is only a vague inclination I'm convinced one poor sonnet will kill it stone dead
Mr. Darcy: So what do you recommend to encourage affection?
Elizabeth Bennet: Dancing. Even if one's partner is barely tolerable.

 Um hino ao romantismo. Uma ode ao amor e à beleza daquilo que as palavras e os gestos podem representar. Um desafiar do orgulho, dos preconceitos e dos estatutos sociais. Um retrato dos relacionamentos e de uma sociedade inglesa no final do Século XVIII com algum realismo e romantismo. Uma paixão impossível nascida de sentimentos aparentemente frios em corações prontos para amar embora sejam demasiado fechados para se entregarem totalmente. Uma química entre a dupla de protagonistas que nos contagia e faz com que torçamos pela união de Elizabeth Bennet e Mr. Darcy. Assim poderia começar a ser descrita a adaptação cinematográfica da fundamental obra literária "Pride and Prejudice", realizada por Joe Wright, um cineasta que capta com paixão, delicadeza e subtileza alguns dos elementos presentes no livro de Jane Austen ao mesmo tempo que nos transporta para o interior da Inglaterra, em particular para Longbourn. É um filme que nos aquece o coração e a alma, que desafia o nosso lado pragmático e nos encanta com as suas belas palavras e diálogos, incrementadas por um elenco capaz de dar a espessura necessária aos personagens, com Joe Wright a nunca descurar os elementos secundários, algo que atribui um maior impacto aos acontecimentos que decorrem ao longo do enredo, mas também uma maior densidade a uma obra deslumbrante. A cinematografia é um colírio para os olhos, com a paleta cromática a tanto ser capaz de nos transmitir o mais quente dos sentimentos como o mais frio dos momentos, num filme onde o estilo se alia à substância e resulta numa obra de fulgurante calor humano. Enternece-nos perante algumas das suas cenas, encanta-nos com as sequências dos bailes, irrita-nos perante a mentalidade de alguns personagens, diverte-nos perante alguns momentos de humor, ao mesmo tempo que Keira Knightley e Matthew Macfadyen nos encantam a dar vida a Elizabeth Benneth e Mr. Darcy. Elizabeth é a segunda de cinco filhas do casal formado por Mr. e Mrs. Bennet (Donald Sutherland e Brenda Blethyn), uma jovem com uma forte personalidade, sarcástica, por vezes insolente, que desafia os valores da sua época sem rejeitar totalmente os mesmos. Os Bennet formam uma família meio disfuncional, com a mãe de Jane (Rosamund Pike), Elizabeth, Mary (Talulah Riley), Kitty (Carey Mulligan) e Lydia (Jena Malone) a procurar acima de tudo casar as suas filhas de forma a que estas não fiquem sozinhas no futuro. Se Mr. Bennet é um homem já na casa dos seus sessenta anos, calmo e ponderado, que apenas pretende que as suas filhas fiquem bem, já Mrs. Bennet é faladora, extrovertida e muitas das vezes inconveniente, embora seja bem intencionada nos seus propósitos visto estarmos perante uma sociedade onde o papel da mulher era bastante distinto dos dias de hoje e a partir de uma certa idade o casamento tornava-se algo de complicado de realizar. A cultura desta mulher é pouca, bem como de Kitty e Lydia, duas jovens que apenas pensam em casar. Já Mary é algo desfasada do resto da sociedade, enquanto Jane é a mais velha, uma mulher bela e introvertida que contrasta com o espírito livre de Elizabeth apesar de ambas serem as melhores amigas e confidentes. A chegada de Mr. Bingley (Simon Woods), um indivíduo jovem e de ricas posses, à cidade é acompanhada de enorme pompa e circunstância, com Mrs. Bennet a procurar desde logo apresentar as suas filhas no baile. Este é o primeiro de vários bailes que vamos encontrar ao longo do enredo de "Pride & Prejudice", com estes eventos a servirem não só para o convívio e o travar de novos conhecimentos mas também do iniciar de alguns ressentimentos que até se tornam em amor. A acompanhar Bingley encontram-se a irmã deste, Caroline (Kelly Reilly) e Mr. Darcy, um indivíduo taciturno e de poucas falas. Darcy é o oposto de Elizabeth, parecendo desprezar este tipo de eventos. Quando esta o questiona se ele não dança, Darcy responde que apenas quando não pode evitar, proferindo ainda algumas palavras pouco agradáveis sobre a jovem que serão ouvidas pela mesma.

Darcy é descrito como um homem que detém metade de Derbyshire, ou, como salienta Elizabeth, a parte má do território. Esta sente-se desprezada por este quando o mesmo descreve-a da seguinte forma para Bingley: Perfeitamente tolerável. Não tão bonita que me tente". O desprezo é mútuo com Elizabeth a salientar "Perdoava-lhe mais facilmente a vaidade, se ele não tivesse ofendido a minha". Os dois ainda vão trocar umas quantas falas, com Elizabeth Bennet a não ter problemas em expor o seu sarcasmo e irreverência, algo latente na citação acima colocada. A citação foi seleccionada por ser demonstrativa da forte personalidade da personagem interpretada por Keira Knightley, com esta a ser capaz de atribuir a doçura e o sarcasmo necessários a Elizabeth, tendo em Matthew Macfadyen um colega de elenco à altura. Ela profere as falas inicialmente com confiança e desprezo. Ele parece impressionar-se com a impertinência desta, embora despreze a família da mesma. Darcy é conhecido por ser fiel aos seus amigos e à família, embora a imagem contida que passe para o exterior dê a entender que este é alguém totalmente diferente. Os mal-entendidos entre ambos vão ser muitos ao longo do filme, embora aos poucos se vão desfazendo. O interesse de Bingley em Jane faz Mrs. Bennet rejubilar de alegria, com esta a enviar a filha à chuva, de cavalo, para visitar a casa deste, após ter sido convidada pela irmã do jovem. O plano passa pela filha ir encharcada e passar por lá a noite, mas esta acaba por ficar constipada, algo que a conduz a ficar ainda mais tempo. Preocupada com a condição de Jane, Elizabeth logo viaja até Netherfield, onde se encontram instalados os Bingley e... Mr. Darcy. Caroline tem uma atitude ambígua perante Elizabeth, tanto tratando-a com algum desdém devido ao fraco estatuto social desta mulher, como logo de seguida aproveita para ironizar um pouco com Mr. Darcy. As duas andam em volta da sala, enquanto a câmara de filmar as acompanha e nos torna observadores como Darcy. É neste local onde a protagonista questiona o ideal de mulher de Darcy, mas também onde Elizabeth parece ficar algo envergonhada pelo comportamento da mãe e das irmãs, com estas a realçarem deste logo os luxos da casa e a apresentarem um comportamento estridente. Elizabeth e Jane parecem ser elementos praticamente à parte da restante família, embora as restantes familiares se preparem para atrapalhar mais do que ajudar nos relacionamentos destas duas mulheres. Na partida, um gesto inesperado surge e acende algo improvável: Darcy toca na mão de Elizabeth para a ajudar a subir para o seu meio de transporte. Ela sente o toque, ele fica com a sua mão aberta como que a parecer pretender dizer algo. A câmara foca-se nos gestos e nos olhares, procurando captar as subtilezas das relações entre estes personagens. Veja-se o segundo baile, onde finalmente Darcy e Elizabeth dançam juntos e trocam algumas palavras, a convite do primeiro. Bailam com os corpos e as palavras trocadas, em momentos onde assistimos a alguma resistência de parte a parte, com Elizabeth a não poupar no sarcasmo, embora aos poucos Darcy comece a demonstrar os seus sentimentos. No baile encontra-se ainda Mr. Collins (Tom Holland), o primo de Elizabeth e herdeiro do morgadio que pertence ao pai desta devido à herança não passar para os elementos femininos. Collins é um indivíduo meio patético, que procura agradar a tudo e a todos, um clérigo que caiu nas boas graças da poderosa Lady Catherine (Judi Dench), embora isso impressione pouco a protagonista que rejeita o seu pedido de casamento, algo que deixa a progenitora furiosa. A partida dos Bingley e Darcy é um revés na relação entre Mr. Bingley e Jane, com este a não ter a certeza em relação aos sentimentos da amada e a ser aconselhado a não se comprometer com a mesma. Jane ainda parte para Londres, para casa dos tios, para ver se consegue reunir-se com Bingley, mas os seus intentos parecem inicialmente complicados.

Entretanto, Charlotte Lucas, uma das melhores amigas de Elizabeth, casa-se com Collins, conduzindo a personagem interpretada por Keira Knightley a visitar a amiga. O encontro calha numa ocasião onde visitam Lady Catherine e se encontram no local a filha desta e o sobrinho... Mr. Darcy. Se a família de Elizabeth nem sempre prima pela descrição e bons modos, já Catherine apresenta uma altivez sempre pronta a tentar humilhar e rebaixar a protagonista, incluindo procurando colocá-la a tocar piano embora esta diga que não sabe tocar muito bem. Darcy admira-a e salienta um dos seus defeitos: "Não tenho o talento da conversa fácil com pessoas que não conheço". Esta pega no conselho de Catherine sobre a prática de piano e comenta sardonicamente "Talvez devesse seguir o conselho da sua tia e praticar". Aos poucos a relação entre os dois conhece alguns avanços e recuos. Ele começa a amá-la apesar de todos os preconceitos. Ela é demasiado orgulhosa para ver que também conta com uma visão preconceituosa deste homem que aos poucos desfaz as suas dúvidas e conquista o seu coração. Esta é uma história de dois elementos aparentemente opostos que aos poucos se apaixonam, uma premissa seguida por vários romances, mas desenvolvida e exposta com uma classe e requinte invulgar em "Pride & Prejudice". Ajuda ter Keira Knightley e Matthew Macfadyen com uma enorme química e desenvoltura a interpretarem os personagens. Knightley pronta a expor a personalidade sarcástica, mas também algo frágil e extremamente romântica de Elizabeth, uma jovem questionadora que pretende casar por amor e não por medo de ficar solteira ou interesse. Esta é algo ingénua e naïve em relação ao mundo que a rodeia, gostando de sorrir embora seja discreta, ou seja, o oposto da sua mãe e das suas duas irmãs mais novas. Macfadyen é capaz de transmitir as dificuldades que o seu personagem tem em se expressar, em expor os seus sentimentos perante os outros, mas também a bondade que contém escondida numa "capa" de falsa austeridade. Nem sempre é compreendido e quase todos o julgam como alguém preconceituoso e antipático, embora seja alguém confiável mas de poucas palavras, de comportamento recatado mas nem por isso incapaz de conter os seus sentimentos. Joe Wright desenvolve esta relação de forma sóbria, por vezes com algum lirismo, dando imensa atenção aos gestos, à forma como as palavras são trocadas pelos elementos do elenco e como os sentimentos são expostos. Veja-se a cena do segundo baile, onde Elizabeth e Darcy dançam, a câmara de filmar baila com estes, enquanto trocam olhares e falas num evento que serve para a sociedade se reunir. "Pride & Prejudice" é também exímio a explorar os eventos sociais e a vida quotidiana destes personagens. Não faltam os bailes, os momentos isolados em família, as viagens que fazem a casas de parentes mais distantes para tentarem, ou esquecer certos problemas, ou aproximar-se de alguém amado, mas também a correspondência trocada. A correspondência trocada conduz a um dos momentos de maior fulgor do filme (e do livro), a carta de Mr. Darcy a Elizabeth onde este esclarece dois mal entendidos e esta percebe os erros cometidos, isto quando se encontrava na espaçosa mas fria casa onde habitam Charlotte e Collins. A relação entre Charlotte e Collins é paradigmática de um casamento por conveniência e necessidade na época. Ele pretendia uma mulher para estabelecer família. Ela sentia-se insegura por poder ficar sozinha e não ter um lar. São dois elementos pouco vivazes mas que se parecem complementar, com "Pride & Prejudice" a nunca descurar os personagens secundários.

 O aproveitamento e desenvolvimentos dos personagens secundários é um dos factores que contribuem para enriquecer o universo narrativo do filme, permitindo criar um enredo que nos parece bem real, recheado de elementos com personalidades muito próprias. Veja-se o caso de Jane. Esta é considerada a mais bela das irmãs de Elizabeth, mas também aquela que tem mais problemas em expor os seus sentimentos, com Rosamund Pike a contribuir para a contenção da personagem. Diga-se que esta apresenta uma dinâmica bastante assinalável com Simon Woods, com este a interpretar um personagem algo atrapalhado na escolha das palavras em situações de maior nervosismo. Já Lydia e Kitty procuram a todo o custo casar-se, enquanto Mary é a rapariga algo deslocada e pronta a falar no momento errado. Lydia é outra das personagens que sobressaem, com Jena Malone a dar alguma impertinência a esta personagem namoradeira que acaba por casar com o oportunista George Wickham (Rupert Friend), um militar de aparente fino trato e fácil comunicação que inicialmente engana as irmãs Bennet, incluindo Elizabeth, sobre Darcy. A acompanhar o quotidiano destas cinco irmãs encontram-se os seus pais. Brenda Blethyn não poupa nos exageros da sua personagem, uma mulher inconveniente, faladora, espalhafatosa, por vezes até estridente que procura a todo o custo casar as filhas, impressionando-se com facilidade com os luxos. Esta acaba muitas das vezes por falar antes de pensar, traduzindo um espírito da época em relação ao casamento, esquecendo-se que a sua obsessão para casar as descendentes pode parecer ridícula aos olhos dos outros, tais como aos familiares de Bingley, mas também a Lady Catherine. Judi Dench surge altiva, fria e pronta a não deixar passar em claro que existem diferenças sociais e culturais enormes que separam Lady Catherine dos Bennet, tendo dois momentos de enorme relevo com a personagem interpretada por Keira Knightley. O primeiro quando se encontram na luxuosa casa desta, quase um palacete, a segunda quando esta vai a casa dos Bennet para evitar um possível casamento entre Darcy e Elizabeth, com a segunda a não se deixar intimidar. O ambiente está longe de ter as cores vivazes de outros momentos, com a escuridão da noite a apoderar-se dos sentimentos. Na casa dos Bennet encontra-se ainda o patriarca, interpretado por Donald Sutherland, um homem calmo, com uma enorme paciência para a sua esposa, apresentando uma enorme cumplicidade com Elizabeth. A habitação destes personagens é marcada por larga dimensão e uma desorganização ainda maior, mas também por um vasto terreno circundante, onde não falta um baloiço no qual a personagem interpretada por Keira Knightley se coloca num momento de reflexão e enorme beleza. Joe Wright capta com algum realismo o quotidiano destes personagens, mas também com grande lirismo, deleitando-nos com alguns planos belíssimos que por vezes parecem ter sido tirado das mais belas pinturas. Essa situação é válida para os momentos sentimentalmente mais quentes, mas também para os de maior frieza, com tudo a parecer ter sido pensado ao pormenor. Veja-se quando Darcy revela pela primeira vez o seu afecto a Elizabeth num momento de enorme tempestade e tonalidades frias, embora os avanços do protagonista sejam rejeitados apesar de muito ser revelado sobre estes dois personagens. A atenção ao pormenor é visível ainda no guarda-roupa dos personagens, pronto a fazer justiça aos elementos de época e ao estatuto social de cada um. Veja-se a simplicidade de Elizabeth comparada com as vestes de Lady Catherine ou até com as da irmã de Bingley, já para não falar nas tonalidades mais escuras utilizadas por Mary comprovando o seu desfasamento em relação à mãe e irmãs mais novas.

A própria decoração e dimensão das casas e propriedades exibe as diferenças sociais e financeiras destes elementos, surpreendendo o castelo de Mr. Darcy. Não faltam pinturas, estátuas, objectos luxuosos mas também alguma frieza por nos encontrarmos perante um espaço enorme que se encontra praticamente desabitado. Nesta casa habita ainda Georgiana (Tamzin Merchant), a irmã de Darcy, com quem Elizabeth toca piano e descobre ter sido alvo de conversas elogiosas por parte do protagonista. Esta habitação é rodeada por um longo terreno onde se pode caçar, conta com um lago e um proprietário aparentemente taciturno. Já a casa dos Bennet é uma enorme confusão, com Wright a povoar o cenário ainda com a presença de um enorme porco e de um animal enorme morto que se encontra em cima da mesa, com estes personagens a não terem problemas a nível de alimentação. Diga-se que até a alimentação dos personagens merece destaque. Veja-se os momentos em que Mr. Collins visita os Bennet para falar sobre o futuro da propriedade, mas também de um possível casamento com Elizabeth, algo que é prontamente rejeitado por esta, para além da refeição na casa de Lady Catherine. Perante a rejeição de Elizabeth a Collins, a mãe desta logo entra em pranto e ameaça deixar de lhe dirigir a palavra, enquanto o pai salienta que nunca mais irá falar com a protagonista se esta casar. O texto já vai longo mas é toda esta conjuntura adornada por um argumento coeso que permite a "Pride & Prejudice" surgir como um romance de época memorável, recheado de personagens interessantes, momentos quotidianos e de socialização exibidos com atenção ao pormenor mas também uma relação sentimental daquelas que facilmente ficam na memória. A própria banda-sonora de Dario Marianelli é fundamental para a narrativa, com esta a ser marcada apenas por uma enorme beleza, algo visível em cenas como a do baile. Vale a pena realçar ainda as coreografias no baile, quer nos movimentos das actrizes, quer no trabalho da câmara, num filme que dificilmente esquecemos. Estes são momentos de socialização, embora "Pride & Prejudice" não descure ainda os relacionamentos familiares e as opinões dos seus membros, algo notório nos Bennet, ao mesmo tempo que nos apresenta a uma sociedade estratificada, ainda marcada por vários preconceitos. Não deixa ainda de existir algum humor, na maioria proporcionado pelo sarcasmo de Elizabeth e os exageros da mãe desta, com a relação entre os vários elementos da família Bennet a ser uma das grandes âncoras do filme. De um romantismo e ternura assinaláveis, um conjunto de belas imagens e momentos, "Pride & Prejudice" apresenta-nos a uma relação sentimental marcada pela enorme química entre a dupla de protagonistas e as diferenças iniciais entre os personagens, mas também a um conjunto de relações familiares e sociais, numa obra de época que marcou com chave de ouro a estreia de Joe Wright na realização de longas-metragens. Se Darcy e Elizabeth apresentam algumas diferenças iniciais que os separam temporariamente, já "Pride & Prejudice" conquista-nos com enorme facilidade e arrebata-nos para o interior da sua história onde o orgulho e o preconceito são desafiados, num filme que é um hino ao romantismo.

Título original: "Pride & Prejudice". 
Título em Portugal: "Orgulho e Preconceito".
Realizador: Joe Wright. 
Argumento: Deborah Moggach.
Elenco: Keira Knightley, Matthew Macfadyen, Brenda Blethyn, Donald Sutherland, Tom Hollander, Rosamund Pike, Jena Malone, Talulah Riley, Judi Dench.

Sem comentários: