22 dezembro 2010

Estreias da Semana - 23 de Dezembro

A descrição das estreias desta semana será particularmente fácil por só nos serem divulgados dois novos filmes, fazendo da semana de Natal a menos movimentada do ano neste campo.

Ambas as películas são comédias, destinadas a públicos muito diversos: por um lado, o terceiro filme da saga Fockers, The Little Fockers, traduzido na nossa língua como "Não Há Família Pior!"; por outro, a comédia de animação de origem francesa baseada num argumento há muito escrito de Jacques Tati, L'illusioniste, traduzida como "O Mágico".

Não Há Família Pior!
(The Little Fockers)

Realização: Paul Weitz (About a Boy)
Elenco: Ben Stiller (Zoolander), Owen Wilson (Zoolander), Teri Polo (Meet the Parents), Robert de Niro (Taxi Driver), Dustin Hoffman (Tootsie), Jessica Alba (Machete), Barbra Streisand (Funny Lady), entre outros.
Género: Comédia
IMDB e Coming Soon

Sinopse: Após dez anos de casado com Pam (Teri Polo), dois filhos e muito esforço, Greg (Ben Stiller) finalmente começa a entrar nas boas graças do sogro (Robert De Niro). No entanto, o estado de graça termina, após Greg ter de aceitar um trabalho nocturno para poder sustentar as despesas da sua família, o que deixa o sogro céptico quanto à capacidade de Greg em ser um bom pai de família e assim sustentar a sua família.
Perante o enorme cepticismo do sogro, Greg terá de provar durante o aniversário dos seus filhos, que é um pai de família competente e capaz, sob o olhar de todo o clã familiar. Conseguirá Greg passar o teste final de Jack e entrar no seu círculo de confiança, ou será este círculo quebrado para sempre?

Trailer




O Mágico
(L'illusioniste)

Realização: Sylvain Chomet (Les triplettes de Belleville)
Género: Animação
IMDB e Coming Soon
Sinopse: Baseado num argumento de Jacques Tati, Sylvain Chomet conta-nos a história de um ilusionista nos seus sessenta anos, simpático, humilde, desajeitado e razoavelmente talentoso que, ao dar um pequeno espectáculo num bar de uma aldeia escocesa, conhece Alice, uma rapariga que, fascinada pelos seus truques, decide segui-lo. Eventualmente, a relação entre ambos desenvolve-se (uma espécie de relação pai-avô/filha) e, à medida que a vida vai correndo cada vez melhor a Alice, os espectáculos do mágico vão-lhe rendendo cada vez menos. É um protesto contra a gradual perda de valores consequente do advento da modernidade (como Tati já nos habituara) num filme com apenas 1h15 de duração, e sem diálogos. Recomenda-se principalmente a admiradores do trabalho efectuado por Jacques Tati.

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