25 abril 2010

Entrevista a Chris Fedack sobre a temporada 3.2 da série Chuck

A série "Chuck" sofreu um hiato de três semanas, fruto da NBC ter encomendado mais seis episódios após a equipa de produção ter alinhado a grelha temática em função de treze episódios. Ora tendo em conta que esse pedido da NBC já foi endereçado após a temporada estar em andamento, geraram-se dois problemas para a equipa por detrás da série, que passa por já haver um arco a nível do enredo que a ser alterado podia correr o risco de ver desvirtuado o seu conteúdo, ou então elaborar uma espécie de upgrade e começar como se os episódios seguintes fossem uma mini-temporada no interior da mesma. Assim o que era para ter sido o último episódio da temporada, com Chuck e Sarah juntos e felizes em Paris, acabou por ser apenas um aperitivo para o que vem a seguir. No sentido de promover a "temporada 3.2", o TVSquad entrevistou o co-criador da série, Chris Fedack, onde este abordou diversas temáticas relacionadas com a série. Na entrevista, Fedack falou sobre quando a série recebeu o direito a ter mais seis episódios, sobre como conseguiram manter a tensão na relação entre Chuck e Sarah e como vão lidar com o novo status quo, entre muitos outros assuntos, numa entrevista extensa mas interessante.

A série centra-se no personagem de Charles "Chuck" Bartowski (Zachary Levy), um individuo comum, que de de um momento para o outro vê a sua vida virar do avesso quando Bryce Larkin, o amigo que o traiu na Universidade, lhe entrega o Intersect. O Intersect é um aparelho tecnológico que contém informação fulcral quer para as Organizações Secretas Norte-Americanas, quer para grupos terroristas que possam querer aproveitar-se da informação. Até aqui tudo bem, não fosse o "pequeno" problema do Intersect ficar gravado na memória do utilizador, que por acaso é Chuck, que a partir do momento em que absorve todo aquele conhecimento passa a ter flashes quando encontra algum indivíduo de índole duvidosa.
Esta situação levará Chuck a entrar na órbita da NSA, passando a ser um operativo valioso para a Agência, não tanto pelos seus dotes em combate mas sim pelo conhecimento fulcral que tem de possíveis agentes terroristas que possam colocar em causa a estabilidade mundial. Para acompanhar e proteger Chuck, são enviados os agentes especiais John Casey (Adam Baldwin) e Sarah Walker (Yvonne Strahovski). Casey é o típico personagem a que Baldwin nos habitou a gostar, duro e pouco sentimental, mas aos poucos vai revelando camadas da sua personalidade à medida que se integra no seio da equipa. Já Sarah, inicialmente é enviada para seduzir Chuck, algo que compreensivelmente consegue, mas muito mais vai acontecer entre os dois. Para se ter uma noção, depois de muita reviravolta os personagens ainda se encontram desencontrados na terceira temporada, muito em parte ao dilema moral provocado pelo facto de não ser positivo dois agentes se relacionarem e ambos não quererem abandonar essa vida.
No final da segunda temporada, Chuck recebe um update, que o torna hábil em combate, pois ao ter os famosos flashes, passa a obter a habilidade momentânea de defrontar e defender o adversário, ainda que os flashes não apareçam sempre que o personagem deseje.
Para complicar o romance entre Chuck e Sarah, apareceram Hanna (Kristen Kreuk) e Shaw (Brandon Routh), o que levará a um tornado de emoções vividos pelos personagens.

Podem ler a entrevista aqui: http://www.tvsquad.com/2010/04/21/chuck-co-creator-chris-fedak-on-season-3-2/

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