Trailer de Ondine

10 Fevereiro 2010 | | 0 comentários
No âmbito de divulgação de "Ondine", novo trabalho do realizador, Neil Jordan (Interview with the Vampire), foi lançado online um trailer do filme, que podem ver no final do post. No trailer somos apresentados ao personagem de Colin Farrell e ao ambiente melancólico e sonhador do filme.

Sinopse: "Ondine" conta a encantadora história de Syracuse (Colin Farrell), um solitário pescador que um dia "pesca" uma linda mulher, chamada Ondine (Alicja Bachleda). A sua filha mais nova, Annie, está convencida que Ondine é uma "selkie" (criatura da mitologia Irlandesa semelhante a uma sereia). Syracuse tem algumas duvidas quanto a esta assunção da filha, no entanto, há medida que Ondine começa a trazer alegria e sorte à cinzenta vida do pescador, este começa a acreditar que esta é mesmo uma "selkie".

O filme tem no elenco, Collin Farrell, Alicja Bachleda, Stephen Rea, Tony Curran, Dervla Kirwan, Tom Archdeacon, Don Wycherley, Emil Hostina, Norma Sheahan, entre outros.

"Ondine" tem data de estreia prevista para dia 4 de Junho deste ano, nos Estados Unidos.

Trailer:

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Entrevista a Chris Columbus sobre Percy Jackson & The Olympians: The Lightning Thief

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No âmbito de divulgação de Percy Jackson & The Olympians: The Lightning Thief, o ComingSoon, entrevistou o realizador Chris Columbus, sobre este seu novo projecto. O filme adapta o primeiro filme da série literária da autoria de Rick Riordan, que se tiver sucesso poderá tornar-se na segunda franquia inspirada numa série literária que o realizador inicia, após Harry Potter. Na entrevista, o realizador é questionado sobre o porquê de querer adaptar outra série literária infantil, se vê no filme uma homenagem ao mestre Ray Harryhausen, tendo ainda tempo de comentar sobre as possíveis sequelas de Goonies e Gremlins (tema constante nas entrevistas que são efectuadas ao realizador), entre outras, que podem ver no final do post.

Sinopse: Inspirado nas obras de Rick Riordan, o filme centra-se em Percy Jackson (Logan Lerman), um adolescente aparentemente comum, que afinal é filho do Deus Grego Poseidon (Kevin McKidd). Quando Percy descobre sobre o roubo dos raios de Zeus, parte para a aventura com a ajuda de dois amigos, Annabeth (Alexandra Daddario), filha de Athena e Grover (Brandon T. Jackson), numa aventura épica ao longo do país, em que terão também, de salvar a mãe de Percy (Catherine Keener) do submundo de Hades. Pelo caminho, encontram Medusa (Uma Thurman), uma Hydra de três cabeças, bem como outras criaturas da mitologia Grega.

Elenco: Logan Lerman, Brandon T. Jackson, Alexandra Daddario, Sean Bean, Pierce Brosnan, Steve Coogan, Rosario Dawson, Catherine Keener, Kevin McKidd, Joe Pantoliano, Uma Thurman, Ray Winstone.

Entrevista a Chris Columbus:

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Entrevista ao elenco de "The Wolfman"

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No âmbito de divulgação do filme, "The Wolfman", o site Shocktillyoudrop, conseguiu efectuar uma entrevista com o elenco principal do filme, entre os quais, Bennicio del Toro e Anthony Hopkins. Para além de falarem do remake, os actores vão ainda falar sobre os filmes de horror clássicos da Universal, no caso de Anthony Hopkins, este chega a ser questionado se gosta mais dos filmes de terror da Universal ou da Hammer, algo que podem ver no final do post.

Sinopse: O remake manterá o ambiente do primeiro filme, incluindo a época onde a história se desenrola, nomeadamente a Inglaterra vitoriana. No filme, Larry Talbot (Del Toro) regressa ao País de Gales para ir viver no castelo do pai. Neste regresso ao local conhece Gwen (Emily Blunt), por quem se apaixona, mas, numa fatídica noite, é mordido por um lobisomem, algo que amaldiçoará a sua existência.

The Wolfman, é o remake de um dos clássicos filmes de terror da Universal, agora com Benício del Toro no papel imortalizado por Lon Chaney Jr, tendo ainda como restantes membros do elenco, Emily Blunt, Hugo Weaving, Anthony Hopkins, Geraldine Chaplin.

The Wolfman no Blog: http://bogiecinema.blogspot.com/search?q=wolfman

Entrevistas ao elenco:

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Tom Cruise confirmado em Missão Impossível IV

09 Fevereiro 2010 | | 0 comentários
Após muita especulação sobre o regresso da franquia às salas de Cinema, a Paramount Pictures anunciou que irá desenvolver Mission: Impossible IV. O filme irá ser produzido por Tom Cruise, J.J. Abrams e a Bad Robot Productions e terá como protagonista Tom Cruise, como o eterno Ethan Hunt . O filme terá roteiro de Josh Applebaum e Andre Nemec, que irão desenvolver uma ideia original de Cruise e Abrams. Ainda não se sabe quem irá realizar o projecto, no entanto poderão ser cogitados já alguns nomes, nomeadamente, o protegido de J.J.Abrams, Matt Reeves, que despontou em Cloverfield e se encontra a realizar "Let Me In", remake do sucesso "Let the Right one In".

O Director-Executivo da Paramount, Brad Grey, demonstrou o seu entusiasmo por esta decisão, ao comentar que "Tom e J.J. são dois grandes talentos e estamos entusiasmados por irmos trabalhar com eles para relançar esta franquia legendária".

A Paramount prepara-se assim para regressar a uma franquia bastante lucrativa, veja-se que o último filme (realizado por J.J. Abrams) facturou 385 milhões de dólares (a nível Mundial). Já a franquia lucrou Mundialmente, cerca de 1.4 biliões de dólares, valores que justificam a produção de mais uma sequela.

O filme tem como data de estreia prevista, a semana do Memorial Day de 2011.

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TV Spots do Terceiro Episódio da nova Temporada de Lost

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No âmbito de divulgação do terceiro episódio da Sexta Temporada de Lost, a ABC, decidiu disponibilizar dois clips do episódio que é hoje exibido na estação Norte-Americana. O episódio tem o título "What Kate Does", que remete para o nono episódio da Segunda Temporada, intitulado, "What Kate Did". Pelo menos algo parece certo, o triângulo amoroso formado por Kate, Jack e Sawyer parece manter-se. Para além disso, o site Omelete publicou vinte imagens do episódio, que poderão ver aqui: Omelete.
Tv Spot 1:


Tv Spot 2:

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Relação entre Cultura e Política segundo alguns elementos da Escola de Frankfurt

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Relação entre Cultura e Política. Aníbal Santiago.

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Sobre My One and Only

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Esta semana estreia nas salas de Cinema Portuguesas, My One and Only, protagonizado pela eterna Bridget Jones, Renee Zellweger. O filme estreou nos Estados Unidos, no dia 21 de Agosto de 2009, tendo uma bilheteira acumulada de 2,479,538 de dólares, valores muito baixos, para um filme estreado por Zellweger, que tarda em voltar a ter um sucesso de bilheteira.
Aquando da divulgação do filme foram efectuadas diversas iniciativas promocionais, que passaram por entrevistas ao elenco, trailers, entre outras que poderão ver no final do post.

Sinopse: O filme ocorre nos anos 50, e centra-se na personagem de Ann Devereaux (Renée Zellweger), uma recém divorciada, que faz-se à estrada, juntamente com os seus filhos, George (Logan Lerman) eRobbie (Mark Rendall), à procura de um substituto para o marido. Grande parte da trama irá centrar-se nesta busca da personagem pelo marido ideal, algo que irá criar muitas e divertidas situações.

O filme é realizado por Richard Loncraine (Firewall) e tem roteiro de Charlie Peters.
Elenco: Renée Zellweger, Chris Noth, Kevin Bacon, Steven Weber, Nick Stahl, Mark Rendall, Logan Lerman.

Trailer:


Entrevista com o elenco:

http://www.youtube.com/watch?v=JzHnpvti4-U

Renee Zellweger no Extra:


Movie Premiere na Berlinale 2009:


Featurette 1:


Featurette 2:

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Peter Bogdanovich realiza Turn of the Century

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Segundo o Hollywood Reporter, Peter Bogdanovich irá realizar, a adaptação da obra "Turn of the Century", da autoria de Kurt Andersen, para a Das Films. De referir, que Bogadnovich irá também ficar encarregue do roteiro, juntamente com o autor da obra adaptada, Kurt Andersen.

O enredo do livro inicia-se no ano 2000, e acompanha a vida dos MacTiers, um casal que vive em Manhattan, com os seus três filhos e procura resolver os seus problemas conjugais num mundo onde o BarbieWorld acabou de abrir em Las Vegas e a audiência para a liberdade condicional de Charles Manson encontra-se a ser transmitida em directo na TV.

Sriram Das não escondeu a satisfação por ter Bogdanovich ao leme do projecto, pois "Peter é uma das maiores mentes do Cinema. A visão que tem para este filme e a paixão que sente pela obra, trarão uma história incrivelmente divertida e poderosa, para as audiências no Mundo inteiro."

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Cate Blanchett contratada para viver a antagonista em Hanna

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Depois de Saoirse Ronan e Eric Banna terem sido contratados para o elenco de Hanna, mais um elemento junta-se ao elenco, nomeadamente, Cate Blanchett, que irá viver a a antagonista da personagem do título. Com esta contratação, o elenco principal fica praticamente fechado, indo Ronan viver a personagem do título, Eric Banna o seu pai e Cate Blanchett deverá interpretar Maria, uma agente da CIA, que irá perseguir Hanna, pois conhece os métodos aplicados pelo seu pai, para esta última se tornar uma assassina.


O enredo principal de Hanna centra-se numa rapariga do Leste Europeu, de apenas 14 anos, que foi criada pelo seu pai para se tornar uma fria máquina de destruição. Esta acaba por ligar-se emocionalmente com uma família Francesa, que a acolheu tornando-se amiga da filha destes. Quando Hannah descobre o futuro que a espera, só tem uma opção, lutar para ser livre. Devido ao seu roteiro, o filme tem sido comparado como uma mescla de La Femme Nikita e a trilogia Bourne.

O roteiro está a cargo de Seth Lochhead e David Farr, no entanto poderá ainda sofrer algumas alterações.
A título de curiosidade refira-se que esta vai ser a estreia de Wright nos filmes de acção, após realizar vários dramas, tais como, “Pride & Prejudice”, “Atonement,” “The Soloist”.

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Tim Robbins junta-se ao elenco de Green Lantern

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Segundo o Heat Vision, o elenco de "Green Lantern" prepara-se para receber uma adição de luxo com a contratação de Tim Robbins para o papel de Senador Hammond, o crítico pai do vilão, Dr. Hector Hammond (Peter Sarsgaard). Esta é a segunda vez que Tim Robbins participa numa adaptação de um comic book, ao grande ecrã, após ter entrado no elenco de "Howard the Duck", filme produzido por George Lucas e que ambos deverão querer esquecer.

Sobre Green Lantern: Green Lantern foi criado em 1940 por Bill Finger e Martin Nodell. O filme irá centrar-se em Hal Jordan, personagem que tem a sua primeira aparição na série de comic books em 1959. Jordan é um piloto de testes, a quem é dado um anel e uma bateria, que lhe concedem poderes muito para além do que ele poderia imaginar. Este anel é entregue pelo moribundo Abin Sur, um alienígena cuja nave despenha-se na Terra, e prestes a morrer encarrega o anel de encontrar um substituto como Green Lantern, é então que este o conduz a Hal Jordan (Ryan Reynolds). Este passará a ter a seu cargo a missão de proteger este sector do Universo, tal como os outros Green Lantern´s terão de proteger o seu."

O inicio das filmagens estão marcadas para 2010 e estreia para Junho de 2011. O filme será realizado por Martin Campbell, já o roteiro ficou a cargo Marc Guggenheim, Greg Berlanti e Michael Green.

Green Lantern no Rick´s Cinema: http://bogiecinema.blogspot.com/search?q=green+lantern

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Série televisiva 24 adaptada ao grande ecrã

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Segundo a Variety, a 20th Century Fox decidiu levar a série "24" ao grande ecrã. O roteiro irá ficar a cargo do profícuo Billy Ray (State of Play, Flightplan).
O roteiro de Billy Ray irá trazer Jack Bauer para uma missão na Europa, sendo que terá agradado quer aos executivos da Fox, quer aos produtores da série, que após vários avanços e recuos decidiram-se a avançar para a produção.

Segundo a Variety, a produção da adaptação de "24" ao grande ecrã, encontra-se ainda no seu estágio preliminar, existindo um variado leque de factores que irão contribuir para a velocidade com que o filme irá avançar a produção, entre os quais o próprio destino do programa. A Fox ainda não decidiu se vai ou não pedir a produção de uma Nona Temporada da Série. Se a Fox decidir não avançar para uma nova temporada, a Fox TV poderá vender a programa a outros canais interessados, algo que poderá gerar um certo arrefecimento dos ânimos, quando a uma adaptação ao grande ecrã.

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Reboot de Mr. and Mrs. Smith?

08 Fevereiro 2010 | | 1 comentários
Segundo o New York Magazine, a comédia de acção, "Mr. and Mrs. Smith" irá sofrer um reboot, cinco anos após o filme original ter sido exibido no grande ecrã. O reboot irá ficar a cargo da Regency, já a produção deverá ficar a cargo de Akiva Goldsman. O filme segue a nova moda de "refazer" os filmes, pouco tempo depois dos originais terem sido exibidos nas salas de cinema, numa forma dos estúdios tirarem cada vez mais proveitos das produções. Estes reboots demonstram a falta de originalidade dos estúdios, que ao invés de tentarem produzir algo de diferente para dar aos espectadores, preferem oferecer-lhes mais do mesmo. Esta medida demonstra sobretudo a procura fácil de lucros, indo trazer ao estúdio proveitos como ter uma premissa base pré-estabelecida que precisará apenas de uns retoques de um novo roteirista para dar ares de novo; da parte do público a aderência parece estar garantida; não necessitam de pagar o um salário tão elevado ao novo casal de protagonistas como teriam de pagar a Brad Pitt e Angelina Jolie; e ainda obtêm mais lucros com a venda de DVDs do original.

O filme original, produzido no longínquo ano de 2005, centra-se num casal de espiões que trabalham numa agência de espionagem, sem terem conhecimento que o parceiro cumpre essa função. O grande problema é que estes trabalham em agências rivais, que irão colocar em causa o casamento destes, bem como a vida do casal. Segundo, o Volture, no reboot, o casal passará a ser formado por dois jovens agentes secretos, de vinte e poucos anos, que têm um casamento de fachada, para esconderem a sua verdadeira profissão.

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TV Spot de Prince of Persia: The Sands of Time

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O Trailer Addict disponibilizou o anuncio televisivo de "Prince of Persia: The Sands of Time", exibido durante o intervalo do SuperBowl. O anuncio é bastante curto, tendo a duração de apenas 30 segundos, apresentando a grande força do filme, as cenas de acção e os efeitos especiais.
Prince of Persia é realizado por Mike Newel (Closer) e produzido pelo midas hollywoodano, Jerry Bruckheimer. O filme tem como nomes de destaque no elenco: Jake Gyllenhaal (Princípe Dastan), Ben Kingsley (Nizam), Gemma Arterton (a bela Tamina), Alfred Molina (Sheik Amar). No Poster surge Nizam (Ben Kingsley), onde este aparece com um semblante sombrio, com a legenda "Revenge" sobre a face.

Com estreia prevista para dia 28 de Maio nos Estados Unidos, Prince of Persia acompanha a história do Princípe Dastan, que é acusado injustamente de ter cometido o assassinato do soberano, para poder ascender ao trono. Este conjura é organizada por Nizam que acaba por assumir o trono. Banido do Califado, Dastan terá que aliar-se a Tamina para proteger um objecto sagrado, uma adaga que permite controlar o tempo e que em mãos erradas poderia causar o caos e dominar o Mundo.

Tv Spot:

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James Cameron e as possíveis sequelas de Avatar

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Durante o 25 Aniversário do Santa Barbara Film Festival, James Cameron foi homenageado com o Lucky Brand Modern Master Award, que é entregue desde 1995, para homenagear uma personalidade que tenha incrementado a cultura através do Cinema. Entre os anteriores contemplados encontram-se figuras como Clint Eastwood, Peter Jackson, George Clooney, Will Smith, entre outros. Durante esse evento, o ComingSoon.net, aproveitou para falar com o realizador, sobre as possíveis sequelas de Avatar, possibilidade que o realizador demonstrou grande abertura.

ComingSoon.net: Quando começou a escrever o roteiro de "Avatar", à 15 anos atrás, teve alguma ideia sobre qual o caminho a dar às sequelas?

James Cameron: Não, mas foram desenvolvidas várias ideias para as sequelas, que evoluíram enquanto escrevíamos a história para "Avatar." Tudo o que cogitámos fazer, todas as ideias que tivemos, se não conseguíssemos arranjar meio para as colocar no filme, dizíamos, "Utilizamos na sequela, por isso temos uma grande quantidade de ideias.

CS: Quantas sequelas existirão?

Cameron: Não sei.

CS: Sabe qual é o caminho que a história irá seguir no próximo filme?

Cameron: Definitivamente eu tenho um arco para o segundo filme, e ainda que numa base muito fraca para um terceiro filme. Isto não significa que façamos um terceiro filme, nem significa que paremos num terceiro filme. Iremos ver até onde isto vai.

CS: Irá a sequela ser o próximo filme ou haverá outro projecto?

Cameron: Isso ainda não foi decidido.


Pela breve entrevista concedida por James Cameron, ao ComingSoon, podemos prever que pelo menos mais uma sequela de Avatar irá surgir nas salas de Cinema. Quanto a outras possíveis sequelas, ainda que James Cameron nunca refira isso, deverão estar intimamente ligadas ao sucesso ou fracasso do segundo filme.

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Resenha Crítica: Sanshô Dayû

07 Fevereiro 2010 | | 0 comentários
Sanshô dayû (1954) é inspirado num conto de Mori Ogai, com o mesmo título. No filme, Kenji Mizogouchi apresenta um retrato brutal sobre a escravatura durante o Período Heinan. No filme, o realizador aproveita para regressar a temáticas como a liberdade, direito das mulheres, preocupação para com os desprotegidos pobreza. O filme é um drama pesado, que se desenvolve durante a parte final do período Heinan (794-1185) do Japão Feudal. Ao ocorrer durante a Idade Média, o filme é considerado um jidaigeki, ou seja um filme de época, através do qual o realizador vai criticar uma parte da história do seu País. Este foi o último filme do realizador a vencer o prémio de Melhor Filme no Festival de Veneza, tendo vencido a edição de 1954.
O filme inicia-se com a expulsão do Governador de Tango, cuja família também é obrigada a sair do território. Este é expulso, ou melhor, transferido, devido a ter defendido os direitos dos mais desprotegidos, que ainda tentam defender o Governador mas desde cedo percebem a sua insignificância pois a defesa deste só lhes traria consequências gravosas. Assim, Tamaki, a esposa deste e os dois filhos de ambos, partem para irem viver junto dos pais desta em Iwashiro. É nesta cena que este dará os conselhos a Zushio, que o levam a ter uma certa conduta ao longo do filme, que muito se irão explicar devido a seguir os conselhos do pai, como “sem misericórdia, um Homem é como uma besta”, que os homens são iguais entre si.
Na viagem somos envolvidos pela tristeza e melancolia dos personagens, através dos belos cenários que o ecrã nos mostra, onde se pode destacar o mar, a terra e o céu, que em conjunto simbolizam, o sonho, a realidade, e a passagem para outro Mundo. Enquanto efectuam a caminhada em busca de chegar até aos pais de Tamaki, esta Anju, Zushio e a serva destes caem numa armadilha, efectuada por um bando de criminosos que rapta jovens e mulheres para vender em Sanshô. Assim as crianças são raptadas e as duas mulheres são levadas numa embarcação. Esta cena encapsula uma cena de grande violência emocional, num curto momento de segundos, desde o rapto das crianças do único lego de ligação com a família, da sua mãe, ao facto desta última se ver impotente perante o rapto dos filhos e a morte de Ubatake (a serva) afogada ao tentar libertar-se e salvar as crianças.
O triste destino que espera as crianças é serem vendidos como escravos, para a propriedade de Sansho, onde serão sujeitos a maus tratos e violência. O cenário deste local é confrangedor, demonstrando um local sujo, obscuro, onde os escravos são sujeitos a violência e trabalho forçado, num local onde os únicos direitos que têm é trabalhar e acatar ordens. Um dos poucos personagens que consegue mostrar alguma humanidade no universo masculino deste cenário é Taro, filho de Sansho, que demonstra uma grande revolta pela situação de Namiji, que é torturada após tentar defender as crianças. De realçar a forma como Mizoguchi utiliza os tons escuros e as sombras para evidenciar a obscuridade deste cenário físico e psicologicamente violento.
Neste campo vemos o pior dos seres humanos, desde violência, tortura, humilhações, actos desumanos, que retiram humanidade a quem os sofre e demonstram a falta da mesma, da parte dos que aplicam esses actos. Que demonstram que para conseguir os seus objectivos ou subir na vida, ou sujeitos a privações e maus tratos constantes, os homens por vezes tornam-se desumanos e ganham contornos de animais irracionais, de selvagens.
De referir que estas acções praticadas por Sansho, no seu território, não são condenadas pelo Governo, mas sim elogiadas, visto este recolher de forma eficaz os impostos, sendo os tributos que recolhe muito úteis para o Governo, demonstrando uma grande cumplicidade entre estes actos e a entidade Governadora, que dava a estes Senhores Feudais alguma liberdade de manobra, a ponto deste poderem disputar a autoridade junto dos cidadãos com os membros do Governo.
Na cena em que estes são apresentados ao senhor feudal, assistimos à utilização do ângulo picado e contrapicado para no caso de o primeiro dar a noção de inferioridade em que os outros dois se encontram e no segundo para dar uma noção de superioridade do personagem. Já a Mãe destes é vendida para Sado, para ser uma cortesã. Neste campo de trabalhos forçados, os dois irmãos são separados, Zushio vai trabalhar para junto dos homens e Anju junto das mulheres.
O filme vai apresentar um salto temporal de dez anos, mostrando-nos Zushio e Anju já na idade adulta. E se estes crescem corporal e fisicamente, o ambiente de miséria e escravidão que os rodeia mantém-se na mesma. No entanto, se Anju continua a mesma sonhadora que acredita puder voltar a ser livre, Zushio torna-se tão brutal como os que o rodeiam, esquecendo-se dos ensinamentos do seu pai, numa demonstração em como o ambiente que rodeio o ser humano, pode transformar o mesmo.
Mas não são apenas estes que se encontram em sofrimento. A mãe destes, passados todos estes anos continua a tentar fugir para ir em busca dos seus filhos, entoando a canção que embala Anju a longa distância. Uma melancólica música que une dois entes queridos num ambiente de tristeza, solidão e desilusão em que se encontram.
Após algumas interrogações e adiamentos, Zushio consegue libertar-se, prometendo à irmã regressar para liberta-la. Zushiu vai ter ao templo de Nakayama, onde após grande esforço pede ao pastor Donmo, para ser ouvido por um alto elemento do Governo. A cena em que este vai ter junto do Governador é bastante tensa, onde Yoshiaki Hanayagi transmite uma grande intensidade ao estado de espírito de Zushio, cujo desespero e descontrolo é por demais evidente. Após algum tempo de espera, consegue ser recebido por este, após mostrar o símbolo que comprova a sua paternidade, um Buda. Durante o diálogo com este pede que o pai seja libertado e que o bom trabalho do progenitor seja reconhecido, mas é nesta precisa cena, que o personagem vai começar a perceber que o seu sofrimento não terminou aquando do tempo em que se encontrava como escravo, pois a vida irá trazer-lhe muito mais sofrimento, ou não fosse o tema mais entoado pelo filme “a vida é tortura”. Nesta cena é lhe revelado que o Pai deixou o Mundo terreno no ano anterior, e é-lhe feito o convite para assumir o cargo paterno e tornar-se o novo Governador de Tango.
Como Governador, percebe que os seus poderes estão bastante limitados à iniciativa privada, algo que lhe é indicado pelo Governador, quando o primeiro demonstra vontade de libertar todos os escravos de Sanshô. Este ignora todos os conselhos e ordens que lhe foram dados e desafia Sanshô e os senhores feudais, ao proibir a escravatura em toda a sua área de Governação libertando todos os escravos de Sanshô dayû. No poder, decide aplicar os conselhos do seu pai à prática e proteger os mais fracos, como que estes ensinamentos ecoassem no coração do jovem, que decide aplicar o poder que lhe é dado, naquilo que considera justo e humano.
Ao libertar os escravos numa demonstração de luta entre o poder político e o poder privado, em que este último se consegue quase sempre sobrepor no Japão deste tempo, Zushio leva a sua ideia de libertar os escravos. Esta medida de Zushio irá causar uma grande comoção, quer entre os escravos que vêm nesta medida uma caminho para a liberdade e para o senhor de Sanshô, que manda destruir todas as tabuletas onde são assinaladas as ordens do Governador. Sanshô ainda tenta ser recebido por Zhushio e reverter esta situação a seu favor, algo que não acontece. De referir, a alteração de estatuto social entre os personagens, agora é Zushio, como Governador que se encontra num nível superior, algo demonstrado pelo efeito de câmara, e do cenário, que coloca o antigo escravo numa altura superior.
É então que parte para o local onde se encontrava a sua irmã e toma conhecimento da sua terceira desilusão em liberdade, a irmã suicidou-se para permitir que este fugisse. A cena da morte de Anju aparece carregada de enorme simbolismo, o facto de emergir na água, passando para o mundo etéreo, abandonando a terra para entrar noutro mundo, através das portas do Mar.
Num ambiente de grande festa por parte dos libertos, e de grande tristeza de Zushio por ter perdido mais um elemento querido, este último decide abandonar o cargo de Governador e partir em busca da única pessoa que lhe resta, a sua mãe. Se há momentos em que o filme mexe emocionalmente com o espectador, este é inquestionavelmente um deles. A mãe deste encontra-se num estado deplorável, uma sombra do que era no inicio do filme, não se recordando do filho. Mais uma vez o Pequeno Buda que acompanha Zushio faz com que o reconheçam, agora perante a mãe, que através deste fica a saber da morte dos outros dois elementos da família. O filme termina com o filho a seguir os conselhos do pai, num movimento circular, que se iniciou com os conselhos do progenitor a Zushio, e terminou com o cumprimento deste último, junto da sua Mãe, desolado perante um Mundo que o maltratou. Mais uma vez, um filme de Mizoguchi termina sem um final conclusivo, deixando o mesmo em aberto, procurando desta forma gerar nos espectadores o sentimento de que os personagens têm uma vida própria fora do grande ecrã, deixando no espectador o sentimento especulativo sobre o que se terá sucedido no reencontro entre Mãe e filho após longa ausência.
O filme apresenta uma das grandes forças do realizador, que passa por conseguir criar uma empatia entre os personagens e os espectadores, que passado pouco tempo de estarem a assistir ao filme emergem neste universo transmitido pelo ecrã, esta ligação que o realizador consegue criar entre o espectador e a obra acaba por despertar no primeiro uma grande ligação com a mesma.
Entre os temas abordados, temos logo evidenciado a preocupação do realizador para com os direitos humanos, algo que fica paradigmaticamente demonstrado no inicio do filme, quando é situada a época em que o filme ocorre, nomeadamente “uma era em que a humanidade ainda não acordou como seres humanos”. Entre as situações que Mizoguchi apresenta estão, os trabalhos desumanos a que são sujeitos as crianças, que deveriam estar a brincar e junto dos pais ao invés de estarem a ser forçados a trabalhar como escravos; para além das crianças, os próprios adultos trabalhavam enquanto lhes restasse vida; as punições dadas aos incumpridores eram gravosas, passando sobretudo por desfigurações. Mais uma vez denuncia os maus tratados às mulheres, à imagem do que tinha efectuado em Gion no Shimai, nomeadamente através das figuras de Tamaki, Anju, Namiji.
Ao longo de Sansho Dayo, assistimos a cenas de grande violência emocional, em que o realizador consegue ser bastante efectivo na maneira como as realiza, entre as cenas que se encaixam nesta descrição, temos as crianças que são raptadas da mãe, o afogamento de uma das progenitoras ao tentar salvar as crianças, a própria canção entoada pelas mulheres apresenta uma melancolia violenta. Ou seja, ao representar a dureza da vida destes personagens, Mizoguchi cria no espectador não só uma sensação de revolta, de impotência por tudo aquilo que está a visualizar, algo que se deve sobretudo a este ter conseguido criar uma empatia entre o público e os personagens, que leva os primeiros a sentir as dores dos últimos.
O filme apresenta uma grande violência, não só emocional, como já foi referido, mas por aquilo que não mostra. Grande parte das cenas de violência que ocorrem no filme, são efectuadas de maneira não a mostrar ao espectador a personagem a ser agredida fisicamente, mas sim sugerindo neste a violência que se abate sobre a outra personagem. Entre estes casos, encontram-se as marcas efectuadas na face de Namiji, onde apenas vemos esta a ser agarrada, os ferros a serem aquecidos e esta a gritar de dor, como castigo de ter demonstrado uma opinião contrária aos seus superiores, que lhe fazem ver da pior maneira que não pode ter opiniões, para aumentar a dramaticidade da cena, assistimos ainda ao olhar impiedoso de Sanshu sobre a indefesa Namiji. O mesmo acontece quando Tamaki tenta fugir e lhe cortam o tendão, aí não é mostrado o corte, ouvindo-se apenas o grito de dor e a reacção na face das outras mulheres presentes no mesmo local.
Ao longo do filme, vemos serem desenvolvidas temáticas relacionadas com a mentalidade da Idade Medieval e que se vão perpetuar nos ideais e hábitos Japoneses, tais como o respeito pela entidade paternal, pelos mais velhos; o Budismo, que ganha grande aderência no Período Heinan. Quanto ao respeito pela entidade paternal, cujos conselhos devem ser seguidos e respeitados pelos mais jovens, temos o exemplo paradigmático dos conselhos do pai, terem sido um bastião para Zushio e Anju manterem-se firmes perante o cenário desumano a que foram sujeitos durante grande parte da sua vida. Os conselhos paternos irão explicar algumas acções dos personagens. Desde logo a tentativa de Anju em reencaminhar o irmão, quando este parecia querer desviar-se dos ensinamentos paternos ao deixar a raiva consumir a sua alma e tornar-se na besta sem compaixão que o pai pediu para nunca serem. Posteriormente temos mais dois exemplos paradigmáticos, nomeadamente a medida tomada por Zanshiu, de libertar todos os escravos, partindo em defesa dos mais fracos, mesmo que isso sacrifique a sua posição pessoal, bem como este ter abandonado o cargo de Governador para ir procurar a mãe, o único elemento da família que se encontra vivo.
Quanto ao Budismo, foi durante o Período Heinan, que esta religião começou a expandir-se pelo Japão, algo que fica muito bem demonstrado no filme, através da representação dos templos, da prática religiosa, dos símbolos religiosos como o Buda que identifica a paternidade de Zushio. Para além do rigor histórico, importa referir, que o filme é efectuado numa altura em que Mizoguchi assume mais abertamente o seu interesse pelo Budismo e a prática da religião.
Como se pode ver pelo breve resumo e análise do filme, este apresenta uma constante busca dos protagonistas, quer pela liberdade, pela mãe dos personagens, pela felicidade, pela dignidade do pai. Esta busca dos personagens raramente é bem sucedida, o que evidencia o tom dramático do filme, estes lutam, procuram, não desistem, mas o destino atraiçoa-os sempre.

Aspectos técnicos/imagem:

À imagem de outros trabalhos de Mizoguchi, a câmara encontra-se algo estática, esta raramente se move, os personagens é que giram á volta deste. O que não impede que se efectuem movimentos como o travelling paralelo, em que a câmara acompanha por vezes os personagens, para além de exemplificar todo o cenário que se encontra à volta dos mesmos. Outro dos aspectos comuns é a inexistência de close-ups, com a câmara a apresentar uma certa distância dos personagens.
As diferenciações sociais são acompanhadas não só pelo ângulo da câmara, através do plano picado e contra picado, mas também através do próprio cenário, que coloca os personagens com um estatuto social superior, num nível mais elevado, algo bem visível nas cenas do tempo, ou junto dos Governadores, onde estes aparecem sempre com uma elevação em relação aos homens comuns, ou inferiores ao seu estatuto.
Os cenários desérticos e órfãos de vida, pelos quais os personagens caminham, tal como o estado de espírito e alma dos mesmos, esvaziados pela tristeza e solidão, pelas cicatrizes que a vida lhes deixou. O filme apresenta ainda uma dicotomia interessante entre a terra e o mar. A terra como a realidade dura e cruel, o mar como a esperança de uma vida melhor, de uma luz no horizonte longínquo que se apaga com o contacto com a terra.
Outro dos aspectos que se podem salientar no filme, passa pela boa utilização da banda sonora, sobretudo do tema base do filme, “A Vida é Tortura”, que se aplica exemplarmente ao que ocorre aos personagens ao longo do filme, despertando no espectador um sentimento de grande tristeza, que acompanha as agruras dos personagens principais.

Assim, Mizogouchi apresenta um retrato algo pessimista e desolador sobre o Mundo e aqueles que o habitam, sobre como o destino nem sempre trás a vida que pretendíamos e a sorte que queríamos, oferecendo ao espectador um filme emocionalmente potente, que não deixa ninguém indiferente. Sanshô dayû recomenda-se a todos os apreciadores de bom cinema, sendo não só um dos melhores filmes de Mizoguchi, como um dos melhores filmes realizados, mexendo como poucos nos sentimentos dos espectadores, não deixando ninguém indiferente quanto à busca destes personagens pela felicidade, pela liberdade, por uma vida melhor junto daqueles que amam.

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Box Office de dias 5-7 de Fevereiro

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Os resultados do Box Office, desta semana, já foram actualizados, nos sites Coming Soon e Box Office Mojo (podem conferir a tabela no fim do post). Esta semana Avatar foi surpreendentemente destronado do topo, após sete semanas consecutivas. O responsável por este feito foi "Dear John", novo trabalho de Lasse Hallström. O filme obteve 32.4 milhões em 2,969 salas, superando logo na primeira semana em exibição o seu orçamento de 25 milhões de dólares.

Sinopse: "Dear John" é um adaptação da obra homónima de Nicholas Sparks, sendo realizado por Lasse Hallstrom. O filme centra-se na história de John Tyree (Tatum), um jovem soldado e Savannah Curtis (Seyfried), uma estudante de um colégio conservador, que se apaixona por Tyree durante as férias da Primavera. Durante os próximos sete tumultuosos anos, o casal é separado pelas constantes missões de John. Visto apenas encontrarem-se de forma esporádica, mantêm-se em contacto através da troca de cartas de amor... correspondência essa que trará consequências indesejadas.

Elenco: Starring: Channing Tatum, Amanda Seyfried, Henry Thomas, Richard Jenkins, Keith Robinson


No segundo lugar do Box-Office ficou Avatar, após sete semanas consecutivas na liderança, e quando tudo apontava que se mantivesse na liderança. Mesmo assim, o filme obteve 23,6 milhões de dólares, o que fazem com que atinja um valor acumulado de 630 milhões de dólares. O filme continua a cavar um fosso cada vez maior, nas receitas acumuladas, deixando o record a um nível quase impossível de ultrapassar.

Sobre o Filme:
Em 1996, James Cameron encantou o Mundo com Titanic, maior sucesso de bilheteira de todos os tempos, superando os dois biliões de dólares. Em 2009, o mesmo James Cameron regressa às salas de cinema com Avatar, que representa não só um regresso do conceituado realizador após um longo afastamento, como também um regresso deste ao género da Ficção Científica.
Em Avatar a acção acontece no Século XXII, no Planeta Pandora. O personagem principal é Jake Sully, um antigo Marine confinado a viver numa cadeira de rodas. Inconformado com o seu estado de imobilidade, quer continuar a ser útil, é então que parte numa expedição ao Planeta Pandora. O propósito principal desta expedição é extrair um minério que vale qualquer coisa como vinte milhões de dólares por kg na terra. Devido a não conseguirem respirar em Pandora, e para facilitar a interacção com os nativos, os Na´Vi´S, os humanos utilizam um atalho de ligação, que os conecta a um corpo semelhante ao dos indígenas. Assim funcionam como uma espécie de híbrido, corpo de alienígena e mente de humano, a estes seres híbridos é dado o nome de Avatar.
Na forma de Avatar, Jake pode novamente andar, indo aproveitar a sua nova forma exterior para interagir e infiltrar-se no interior dos Na´Vis. Ao ter a sua vida em perigo é salvo por Neytiri, uma Na´Vi, que reluta em aceitar Jake pois este representa uma raça exterior que vem explorar e esgotar os recursos do seu mundo. À medida que a relação entre Jake e Neytiri vai-se aprofundando, este vai ter que lidar com conflito entre humanos e Na´Vis que poderá colocar um fim a Pandora. Ou seja um romance em tempos de guerra mas tudo num cenário futurista.
Mais informações no site oficial do filme: http://www.avatarmovie.com/ .

Elenco: Sam Worthington, Zoe Saldana, Sigourney Weaver, Michelle Rodriguez, Giovanni Ribisi, Joel David Moore, CCH Pounder, Peter Mensah, Laz Alonso, Wes Studi, Stephen Lang, Matt Gerald

Avatar no Blogue: http://bogiecinema.blogspot.com/search?q=avatar

Em terceiro lugar ficou outra estreia da semana, From Paris With Love, novo trabalho de Pierre Morel, que não logrou manter o sucesso de Taken, ao facturar apenas 8 milhões de dólares em 2,722 salas.

filme tem roteiro de Luc Besson e Adi Hasak, e terá um interesse acrescido pelo facto de se especular se será capaz de captar o interesse do público, tal como Taken, sucesso inesperado de bilheteira que deu ao realizador Pierre Morrel uma notoriedade bastante significativa no mercado Norte-Americano. Quanto aos protagonistas, há que destacar a presença de John Travolta e John Rhys Meyers, no elenco principal.

Sinopse: Richard Stevens (Jonathan Rhys Meyers) é um operativo de baixo escalão, a trabalhar no escritório do embaixador Norte-Americano em França, cargo que aparentemente seria calmo. No entanto, vai ter lidar com mais perigos do que o pensado, nomeadamente quando participa numa missão com uma alta patente dos serviços secretos, que é enviado para Paris com o intuito de travar um ataque terrorista.

O quarto lugar ficou para Edge of Darkness, filme que marca o regresso de Mel Gibson à frente das câmaras. "Edge of Darkness" obteve mais 7 milhões de dólares, em 3,066 salas, obtendo um total acumulado de 29 milhões de dólares. Até ao momento, o regresso de Gibson ao grande ecrã não se está a revelar profícuo, estando a obra bastante longe dos 80 milhões de dólares, do orçamento.

Sobre o filme: Edge of Darkness marca o regresso de Mel Gibson à representação, após largos anos afastado da função para se dedicar de corpo e alma à função de realizador. Edge of Darkness é realizado por Martin Campbell (Casino Royale), tendo roteiro de Whilliam Monaham (The Departed) e Andrew Bovell. O filme é uma adaptação da premiada série da BBC, com o mesmo nome, exibida originalmente em 1985, tendo vencido várias categorias dos prémios BAFTA desse ano. De referir que a série foi realizada por ninguém menos do que Martin Campbell, o realizador do filme, pelo que o mesmo estará bem entregue, ou pelo menos não está entregue a "mãos" estranhas ao projecto.

Sinopse: Mel Gibson interpreta Thomas Craven, um veteranodetective de homicídios, do Departamento da Polícia de Boston. Quando a Emma (Bojana Novakovic), a sua única filha, é morta junto à porta de casa, tudo apontava para que este fosse o alvo. No entanto, este desconfia das razões deste assassinato e não irá descansar até descobrir quem esteve por detrás deste acto cruel sobre a sua filha. Durante o processo de investigação sobre a vida da sua filha, uma activista, encontra uma série de segredos e conspirações, que envolvem não só as grandes corporações mas também o próprio Governo Norte-Americano.

Elenco: Mel Gibson, Ray Winstone, Danny Huston, Shawn Roberts, Bojana Novakovic, Frank Grillo, Gbenga Akinnagbe.

Em quinto lugar ficou "The Tooth Fairy", filme que coloca o astro de acção Dwayne "The Rock" Johnson como uma Fada dos Dentes. O filme obteve 6,5 milhões de dólares, em 3,218 salas, tendo um total acumulado de 34,3 milhões, valores que ainda estão algo longe do seu orçamento de 48 milhões.

Sinopse: O filme centra-se em Derek Thompson (The Rock), jogador de Hóquei que tem o alcunho de fada-do-dente devido ao hábito que este tem de desdentar os jogadores das equipas adversários com o taco. É então que algo de surreal acontece, e este é castigado por uma entidade superior que o obriga a ser uma fada-dos-dentes por uma semana, com direito a asas, varinha de condão e tutu.

Elenco: Dwayne Johnson, Ashley Judd, Julie Andrews, Stephen Merchant, Ryan Sheckler.
O filme é realizado por Michael Lembeck (The Santa Clause 3: The Escape Clause) e tem roteiro de Lowell Ganz, Babaloo Mandel, Joshua Sternin, Jeffrey Ventimilia, Randi Mayem Singer.


Em sexto lugar ficou a comédia romântica, When in Rome, com cerca de 5,5 milhões de dólares, apresentando um total acumulado de 20 milhões de dólares. Valores que podem ser considerados positivos, se tivermos em conta as criticas negativas que o filme foi recebendo desde que estreou.

Sinopse: Beth é uma jovem e ambiciosa Nova-Iorquina (Kristen Bell), que se encontra desiludida com o amor. De um momento para o outro esta decide viajar para Roma, onde ao ver o constante número de pessoas que atira moedas para a fonte do amor, toma uma atitude menos romântica e ao invés de lançar uma moeda à fonte, prefere "recolher" as mesmas. Após este acontecimento, algo de incrível acontece a Beth, nomeadamente, o facto de todos aqueles que atiraram as moedas, que esta apanhou, apaixonarem-se por esta. Entre os apaixonados estão, um magnata das salsichas enlatadas (Danny DeVito), um mágico de rua (Jon Heder), um pintor (Will Arnett) e um modelo (Dax Shepard). Mas quando um jornalista (Josh Duhamel) vai atrás desta com o mesmo zelo, como poderá saber se este está possuído pelo feitiço da Fonte ou está mesmo apaixonado?

"When in Rome" no Blog: http://bogiecinema.blogspot.com/search?q=when+in+rome

Elenco: Kristen Bell, Josh Duhamel, Will Arnett, Alexis Dziena, Jon Heder, Dax Shepard, Kate Micucci, Bobby Moynihan, Danny DeVito, Anjelica Huston.

Tabela:

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Sobre The Fantastic Mr.Fox. Entrevistas e Featurette.

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A estreia de "The Fantastic Mr.Fox", já ocorreu há algum tempo nos Estados Unidos, e por cá terá o magnífico direito a sair directamente para DVD, não conhecendo o privilégio de passar pelo grande ecrã. No entanto, o Rick´s Cinema, não se esqueceu do filme e decidiu disponibilizar algumas entrevistas efectuadas aos actores, envolvidos no projecto, entre os quais, George Clooney, Bill Murray, bem como o realizador Wes Anderson. De realçar ainda uma pequena Featurette sobre os efeitos especiais presentes no filme. Nas entrevistas, estes falam das suas personagens, do filme, de trabalhar com Wes Anderson, entre outras temáticas que poderão conferir no final do post.

Sinopse: Inspirado num conto de Roald Dahl, o filme apresenta a história de Mr. e Mrs. Fox (George Clooney e Meryl Streep), o seu filho Ash (Jason Schwartzman) e o sobrinho Kristopherson (Eric Anderson). Mr.Fox promete à esposa terminar com os ataques às quintas dos vizinhos, no entanto, este não consegue resistir à tentação de efectuar o ultimo golpe da sua carreira, juntamente com os seus amigos, algo que irá colocar em perigo a vida destes.

"The Fantastic Mr.Fox" é realizado por Wes Anderson, e tem roteiro do não menos conhecido, Noah Baumbach.
O filme tem vozes de: George Clooney, Meryl Streep, Jason Schwartzman, Bill Murray, Wally Wolodarsky, Eric Anderson, Michael Gambon, Willem Dafoe, Owen Wilson.

Entrevista a George Clooney e Bill Murray:


Entrevista ao elenco e realizador:


Visita de Wes Anderson à casa de Roald Dahl em Buckinghamshire:


Entrevista a Jason Schwarzman sobre o filme:


Entrevista ao elenco durante o London Film Festival:


Meryl Streep na Premiere:


Featurette:
http://www.youtube.com/watch?v=5BzUNlzvEtI

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Joe Johnston fala sobre First: Avenger: Captain America

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É cada vez mais difícil para Joe Johnston, contornar o tema do seu próximo projecto, The First Avenger: Captain America. Enquanto se encontrava a promover The Wolfman, que estreia esta semana nos Estados Unidos, o realizador foi questionado pelo ShockTillYouDrop.com sobre o que podemos esperar de Captain America. Durante a entrevista, Johnston confirmou que Red Skull irá ser o vilão do filme, e o porquê de terem decidido manter a maioria do enredo na II Guerra Mundial.

"A história ocorre durante a II Guerra Mundial, porque todos tivemos a consciência de que teríamos uma hipótese de contar uma história de origem, sobre como Steve Rogers se torna o Capitão América. Não poderíamos contar uma história moderna do personagem e depois contar uma história de origem. Se o vamos fazer, vamos fazer. E vamos fazer primeiro. Todos pretendem contar uma história de origem. Existe um roteiro de uma versão moderna da história, mas este não resultou."

Noutra entrevista, desta vez ao Los Angeles Times, o realizador voltou a falar sobre .... The First Avenger: Captain America:

"O fato é uma bandeira (...) Após tornar-se num super-herói, o Governo decide que não o pode colocar a combater e cometer o risco deste ser morto. Ele é o único e não podem fazer mais (...) É então que decide esconder o fato e combater mesmo tendo ordens em contrário. Pela sua bravura em combate, acaba por se tornar mais do que um indivíduo trajado, uma estrela e um símbolo na mente do público."

Quanto ao novo traje: "Nas primeiras sequências da United States Organizations, o patriota frustrado irá utilizar uma versão do traje semelhante à concebida por Jack Kirby. Mais tarde, quando entra na zona de Guerra, o super-soldado utiliza um traje mais forte, que ele próprio faz para entrar no campo de batalha."

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Novo trailer de Outrage

06 Fevereiro 2010 | | 0 comentários
No âmbito de divulgação de 'Outrage', a divisão Japonesa da Warner, lançou online um novo trailer do filme. No trailer podemos ver o ambiente tenso que rodeia os personagens do filme, bem como traços da personalidade destes. O filme marca o regresso do profícuo realizador Takeshi Kitano ao violento mundo da máfia, nomeadamente o da yakuza. Kitano irá escrever, realizar e protagonizar 'Outrage', que representará as disputas de poder entre os gangsters de Tóquio.

Sinopse: A história inicia-se centra-se em vários senhores da Yakuza, entre os quais, Sekiuchi (Soichiro Kitamura), líder do Sannokai, um sindicato do crime organizado, que controla a região de Kanto. Para colocar o Murase-gumi gang na ordem, Kato recorre a Ikemoto, que logo passa a tarefa para Otomo (Takeshi Kitano). Otomo é o chefe de um gang de baixo estatuto, incumbido de fazer o trabalho sujo dos seus superiores, entre os quais, colocar na ordem os Murase-gumi gang.

"Outrage" estreia nas salas Japonesas no dia 12 de Junho de 2010.

Trailer:

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Tony Leung comenta sobre The Grand Master

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Quando Wong Kar-wai assumiu a função de realizador de "The Grand Master", um filme de kung fu, a surpresa foi geral, visto que o cineasta tem habituado o grande público a dramas, que primam pela contemplação e lentidão e não pela rapidez que é exigida nos filmes de Kung Fu. Mas parece que o receio de muitos quanto à capacidade de Wong Kar-wai dirigir um filme, pode ser dissipado pelos relatos dos actores que participam no projecto.

Segundo o actor, Tony Leung Chiu-wai, a acção era rápida e dura a tal modo que "que quase não me aguentava nas filmagens. Este é um filme genuíno de kung fu, onde vão ocorrer várias cenas de acção."

"The Grand Master" encontra-se neste momento a ser filmado, na China, tendo no elenco Zhang Ziyi, Song Hye-kyo, entre outros.

The Grand Master' é baseado no legendário mestre de artes marciais chinês, Yip Man (1893-1972), que será interpretado por Tony Leung. Outros nomes relativamente conhecidos do público Ocidental no filme são Zhang Ziyi e Chang Chen.

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